Descrição

Este ciclo de conferências foi atravessado por um duplo movimento: de um lado, a urgência do presente pandêmico; de outro, a reflexão sobre o que significa dizer e escutar de um luto comum, partilhado, coletivo. A pandemia tornou visível a precariedade da linguagem e, ao mesmo tempo, sua potência: é nela que seguimos respirando quando o ar parece faltar. Abrir arquivos de memória é tocar na tensão entre lembrar e esquecer: há uma ética da memória que intervém no presente para impedir o triunfo do esquecimento, mesmo quando este se insinua onde parecia impossível. Entre a urgência política de lembrar e a necessidade íntima de esquecer, é preciso compreender como ambos se disputam na linguagem.

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