Descrição
Outros começos de uma pesquisa.
Outros começos e prolongamentos desde o projeto inicial para a ensaio como escrita derradeira. Mas, uma mesma opção, brincar com a escrita, escrever e ler sem medo. Opção de tentar fazer de quase tudo que escrevo uma invenção. Um pouco [pode ser] mentira. Outro tanto nem sei, mas tudo é desejo e potência!
Escrever é um outro modo de pensar. É pensar com os dedos, pensar com o corpo, pensar para existir, existir para pensar! Escrevo para não mais pensar como antes. Escrevo para lembrar e para, depois, [re]escre[ver].
[Re]escre[ver] com a pretensão de [somente] produzir emaranhados. Eu sei [e escrevo] quase nada. Só quero saber [e escrever] um pouco mais. Não quero [e nem me cabe] saber [e escrever] tudo. Porque tudo não existe, e, nem teria graça. O mais legal é a brecha do não saber, com a possibilidade de saber.
Neste perambular de escrita e movimento de fios e linhas, produzi este ensaio como quem organiza um contexto de exploração na sala, na escola. Dizer da inspiração das composições: Imagens. Fios. Linhas. Emaranhados. Mãos trêmulas. Rolos. Tesouras. Cones. Espelhos. Sala. Paredes. Pátio. Livros.
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