Descrição
A professora-turritopsis é aquela que, diante das contingências, reinventa seus modos de existir. Como a água-viva capaz de reiniciar seu ciclo vital, ela retorna ao essencial não para repetir, mas para transformar o curso. Nessa imagem, a trajetória de Clarissa Jordão ganha força, digna de homenagem.
Na Linguística Aplicada brasileira, a obra clarisseana vem tensionando paradigmas ao problematizar o conteudismo, questionar modelos importados e reposicionar o inglês e a docência em perspectiva crítica e, mais recentemente, decolonial.
É a partir desse percurso que o presente volume entrelaça experiências da educação básica à pós-graduação e afirma a docência como práxis política, situada, relacional e ética. O livro convoca a leitura como travessia, implicando quem lê no gesto de regenerar-se – tal qual a turritopsis que inspira a obra.
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