CIÊNCIAS HUMANAS

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  • A ELEGÂNCIA DOS QUERO-QUEROS: POLÍTICA & COTIDIANO – João Wanderley Geraldi

    R$30,00

    João Wanderley Geraldi !@
    A elegância dos quero-queros: política & cotidiano. São Carlos: Pedro & João Editores, 2019. 111p.
    ISBN: 978-85-7993-741-5
    1. Estudos da vida. 2. Textos políticos. 3. Signos da construção de um país. 4. Autor. I. Título.
    CDD – 410

  • Angústia

    R$30,00

    APRESENTAÇÃO

    Nós, gefilianos somos um grupo de estudos. Somos muitos; entre nós há a multiplicidade – somos compostos de alteridades – futuros psicólogos, filósofos, linguísticas, biomédicos, farmacêuticos, professores. Somos amigos, rivais à moda dos gregos, que buscam uns nos outros não a complacência, mas o pensamento oxigenado pelo discurso outro, pelo inacabamento que o outro nos concede amorosamente. Somos encontros e desencontros. Somos diferentes e iguais e, o encontro, acontece na e pela alteridade que nos constitui e nos dá acabamento sempre provisório. Somos pluralidade. Somos quase que legião. Somos apaixonados por Filosofia. Somos amantes dos saberes. Somos singulares. Somos pesquisa e extensão. Somos congressos e feiras de profissão. Somos festa. Somos GEFIL (Grupo de estudos filosóficos). Somos pharmácia philosófica (site).

    Desde 2017, estamos juntos semanalmente nos colocando novos pensares, novas conexões, novas aprendizagens. Constituímos uns aos outros nessa simbiose de ideias.

    Este livreto é um de nossos frutos mais saborosos – saber com sabor. Pois é assim que nos vemos como gefilianos: aqueles que sentem sabor no saber e se lambuzam.

    Aqui o tema é a angústia sob muitos prismas. O dicionário e sua explicação é só um começo, pois a angústia é discutida muito além da definição, adentra-se no campo do conceito.

    Com transgrediência, o capítulo de Morgan compreende a angústia como produto do capital, uma psique capitalista de uma narrativa edipiana já ultrapassa aos olhos da Esquizoanálise deleuziana. Será que podemos não mais nos vermos como seres de falta, mas como máquinas desejantes? O autor Morgan nos convida por essas veredas.

    Com marteladas e transvaloração, o capítulo de Cardoso traz a literatura de Caio Fernando Abreu ao encontro de Nietzsche, de uma visão existencialista heideggeriana da angústia e das concepções de verdade em Bakhtin. Ser angustiado como uma condição para a projeção, como princípio e não fim? A autora Cardoso nos sensibiliza por esse caminho.

    Com vivências, o capítulo de Tognolo discute a formação inicial no ensino superior com o existencialismo sartreano. Estar no mundo é angustiante e podemos vivenciar essa angústia de várias formas. Entre essas formas a própria formação causa assombros angustiantes ao convidar alunos e alunas a saírem do senso comum? A autora Tognolo nos oferta essas narrativas.

    Com vertigem, o capítulo de Silvestri compreende a Filosofia Existencial de Sören Kierkegaard. O Existencialismo refreta e refrata uma vida que só pode ser vivida como poesia. Será que podemos aprender a nos angustiarmos e sermos, então, mais livres?  A autora Silvestri nos incita a essas possibilidades.

    Com questionamentos acerca das verdades que circulam pela sociedade, o capítulo de Carlos Erik Ananias problematiza os discursos de padrões sociais ditos normais mediante a Filosofia foucaultina e o efeito desumanizado no entendimento e prática escolar e hospitalar com a pessoa com deficiência, especificamente com a comunidade Surda. O autor Ananias nos convida a rever nossa compreensão e ações.

    Com cuidados de si, o capítulo de Granziol nos convida às reflexos sobre o auto cuidado. O profissional da Saúde é a personagem central do capítulo pensado à luz da filosofia foucaultiana. Nesse relato de experiência alinhado a estudos recentes e ao conceito de hermenêutica de si, as angústias da atividade laboral podem ser superadas e aliviadas por técnicas de si como o autoconhecimento. O autor Granziol nos incita a conhecer a nós mesmos.

    Com desnaturalização das normativas discursivas estabelecidas no seio social, o capítulo de Tenca problematiza os discursos institucionalizados legal e moralmente acerca das relações monogâmicas. Discutindo Freud e a trazendo a tonas as críticas bakhtiniana à Psicanálise freudiana, a angústia de um identidade fixa, uma vida não carnavalizada é compreendida como naturalização das relações humanas. O capítulo de Tenca nos provoca a quebrar imposições, destronar ideologias oficiais e nos colocarmos em movimentos menos hierárquicos e pré-estabelecidos.

    Com sensações, experiências da vida cotidiana, estudantil universitária e dos discursos que circulam o imaginário, Assis questiona o que é ser? O que é preciso para ser? Por que há tantas regras para sermos? Isso é fonte de angústia? De um tipo de angústia? O ser está condicionado ao ter? Ter posses? Ter status? Não basta existir? Discursos oficiais dizendo o como se deve ser, agir, pensar. O que te autoriza a ser… O capítulo de Assis nos convida a sermos outros em relação a nós mesmos; menos angustiados pela lógica do ter, encontrando ou se reencontrado com a autenticidade abafada pelas relações líquidas.

    Kátia Vanessa Tarantini Silvestri

  • LEITURAS: FICÇÕES, REALIDADES – João Wanderley Geraldi

    R$35,00

    João Wanderley Geraldi !@
    Leituras: ficções, realidades. São Carlos: Pedro & João Editores, 2018. 314p.
    ISBN 978-85-7993-577-0
    1. Leituras. 2. Registro de leituras. 3. Ficções, realidade. 4. Autor. I. Título.
    CDD – 410

  • MIKHAIL BAKHTIN – LINGUAGEM, CULTURA E MÍDIA – Ana Paula Goulart Ribeiro, Igor Sacramento (org.)

    R$45,00

    Autor Ana Paula Goulart Ribeiro, Igor Sacramento (org.) !@
    Ano de Publicação 2010
    Páginas 430
    Tamanho 16 x 23
    ISBN 978-85-7993-005-8

  • O LAGO DE FLORES DE LÓTUS – Marcelo Marcolino

    R$40,00

    Marcelo Marcolino !@
    O lago de flores de lótus. São Carlos: Pedro & João Editores, 2020. 213p.
    ISBN: 978-65-87645-87-2
    1. Fábula budista. 2. Literatura brasileira. 3. Autor. I. Título.
    CDD – B-860

  • SANTO ANTÔNIO DO ALTO DA SERRA – Marcelo Marcolino

    R$35,00

    Marcelo Marcolino !@
    Santo Antônio do Alto da Serra. São Carlos: Pedro & João Editores,
    2020. 250p.
    ISBN 978-65-86101-01-0
    1. Literatura brasileira. 2.Romance. 3.História de vida.
    I. Autores. II. Título.
    CDD – B-869.3

  • Sons da caminhada

    R$30,00

    Apresentação

    A pandemia fez com que Helena começasse a caminhar como forma de suportar as pressões impostas pela Covid-19 e seu consequente distanciamento social. Em meio a um período de grandes mudanças em sua vida pessoal, ela se viu forçada a se adaptar também às novas regras oferecidas pela tecnologia para que a rotina de trabalho continuasse, agora remotamente, e os relacionamentos se mantivessem pulsantes, numa troca importante de informações, notícias e manifestações de afeto. Tal relação se viu mediada por sistemas e equipamentos cheios de caprichos e “enigmas” que, para os não iniciados, exigiam um tempo maior para serem decifrados.

    Esse livro surge nesse contexto, como uma maneira de aliviar as saudades, de estimular questionamentos, de fugir do sedentarismo e, acima de tudo, como forma de tentar entender esse momento assustador pelo qual o planeta tem passado. Como a própria autora diz, talvez a pandemia tenha vindo como uma forma de a Terra nos dizer que precisa de um tempo de refazimento, nos convidando a fazer o mesmo.

    Com tantas preocupações gritando em sua mente e sem ter com quem partilhá-las presencialmente, sob os reflexos da liberdade cerceada, Helena viu no caminhar solitário uma alternativa para aliviar a pressão interna de sua cabeça e também para movimentar seu corpo, enclausurado agora quase que o tempo todo no ambiente doméstico.

    Inicialmente de forma tímida e até desesperada, esse seu ato aos poucos foi ganhando cadência, frequência, fôlego. E, com a sensibilidade aflorada de sua mente sempre inquieta, ela logo percebeu que, ao caminhar, tinha uma ideia mais clara das vozes internas que “dialogavam” com ela no ambiente mental. Ela notou também que, durante esse seu flanar, outros sons poderiam invadir sorrateiramente sua mente, possibilitando-lhe algum respiro imaginativo e uma maneira de perceber o outro, mesmo que à distância, trabalhando esses vários sons em sua incansável oficina de ideias. Assim, por exemplo, das frases ditas por certa menina, também confinada em uma sacada qualquer, e que anuncia ser “dona do mundo”, Helena traça uma história, “viaja” numa fábula que se desenrola a cada passo, vislumbrando como o nosso planeta seria melhor se realmente pertencesse às crianças.

    E é nesse quase sussurro do mundo que ela começa a enxergar alguma esperança num novo contexto pós-pandemia. Dessa forma, consegue se aproximar em pensamento das pessoas que ama, de seus alunos, dos locais tão queridos de atividade cotidiana e percebe-se diante de uma porção de caminhos novos que, com um pouco de esforço e imaginação, conseguirá trilhar cheia de vida. Cabe aqui uma confissão minha: torci realmente para que a autora não aderisse aos fones de ouvido em seu caminhar, algo que poderia mascarar seus diálogos internos, nem sempre harmônicos, mas sempre francos e verdadeiros.

    É bem provável que o passo mais difícil de qualquer caminhada seja o primeiro. E Helena, nessa sua obra, não demonstra a receita de um caminhante resoluto, intrépido e experiente, mas revela uma mulher que também vacila nessa decisão solitária de vestir um tênis e sair para explorar a área externa de seu condomínio durante a pandemia, tendo sua convicção por vezes abalada por estados alterados de ânimo ou por uma chuva que insiste em cair numa tarde qualquer no ABC paulista, minutos antes do seu caminhar.

    Ler esse livro jamais será um ato solitário, pois essa obra surge como um companheiro de caminhada que, ao nosso lado, torna-se confidente, treinador, amigo, ouvinte atencioso… São páginas com as quais nos identificamos, sobretudo nesse período delicado que vivemos, e cada capítulo lido é uma espécie de trecho conquistado, algo que sempre nos prepara para o quilômetro seguinte, com suas reflexões e infalíveis surpresas. Cabe aqui outra confissão: ao perceber essa epopeia do caminhar de Helena, fico com pena de sua tão desejada samambaia. Pois esta tem de observar tudo do mesmo local, sem se deslocar alguns centímetros sequer, cumprindo o papel de ouvinte atenciosa da autora, que agora reparte com ela todas as suas impressões colhidas em seu deslocamento cotidiano pelo condomínio, parques e ruas da cidade.

    Helena, com toda a energia que emprega há anos na Educação, sabe que esse seu início na caminhada não é o início, mas a intensificação de um caminhar que já vem de longe, superando solos escorregadios, arenosos, repletos de obstáculos, os quais ela vem trilhando e superando com a convicção das grandes almas dedicadas à luta de tornar esse mundo melhor a partir da Educação.

    Nessa obstinação, Helena, por vezes, pode até se sentir sozinha, mas jamais estará só, pois, dentro de sua cabeça, ouve palavras de gratidão daqueles que já conseguem ir mais longe porque ela lhes mostrou o caminho. A autora, mais do que caminhar, ensina primeiramente seus pupilos a ficarem de pé para, em seguida, darem os primeiros passos num ato de coragem rumo à liberdade do ser através do autoconhecimento. E ela sabe que cada um deles ouve dentro de si a voz firme sempre a dizer: “Persistam, pois vale a pena esse seu caminhar”.

    Então, é hora de amarrarmos firme o cadarço do tênis, abrirmos os nossos ouvidos internos e externos e seguirmos com Helena nessa caminhada, na qual aprenderemos a ser passageiros de nós mesmos, numa viagem gratificante para dentro do que somos, de verdade.

     

    Antonio Rogério Cazzali 

     Jornalista, Professor de Fotografia e amante da corrida solitária, seu momento de reequilíbrio físico, mental e emocional.

           

  • UM CONTO SOB A NEVE – Maria Luiza Giraldi Vannini

    R$35,00

    Maria Luiza Giraldi Vannini !@
    Um conto sob a neve. São Carlos: Pedro & João Editores, 2020. 189p.
    ISBN 978-65-87645-95-7
    1. Literatura brasileira. 2. Romance. 3. Histórias de vida. 4. Autora. I. Título.
    CDD – B-869

  • URDIDURAS DO GOLPE: CARTAS. JOGADORES E MARIONETES – João Wanderley Geraldi

    R$30,00R$60,00

    João Wanderley Geraldi !@
    Urdiduras do golpe: cartas. Jogadores e marionetes. São Carlos: Pedro & João Editores, 2018. 463p.
    ISBN 978-85-7993-589-3
    1. Golpe político. 2. Golpe de 2016. 3. PT – Partido dos Trabalhadores. 4. Autor. I. Título.
    CDD – 320 / 410