EDUCAÇÃO

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  • ATLAS DE IMAGENS – História da Educação e da Escola. 2 volumes.

    R$270,00R$320,00

    Atlas de imagens – História da Educação e da Escola

    Para compor este Atlas, o educador alemão Robert Alt realizou uma façanha: encontrar e selecionar imagens, escrever legendas-comentários, num espaço de tempo que vai desde as primeiras relações sociais até a Primeira Guerra Mundial (com algumas páginas sobre a Revolução de Outubro e a sociedade soviética – muito provavelmente um acréscimo necessário à edição da obra). Robert Alt viveu na Alemanha e depois da Segunda Guerra Mundial, viveu em Berlim oriental, tendo exercido cargos na área da educação.

    O esforço, em tempos em que não havia internet, deve ter sido ingente para obter um resultado assim surpreendente. São centenas de imagens distribuídas em dois volumes, passando pela Antiguidade, pela Idade Média, chegando ao Séc. XX. Um panorama que desconhece fronteiras.  O leitor especialista encontrará aqui um conjunto de portas pelas quais pode entrar para desvendar outros mistérios. O leitor não especialista terá a vantagem de olhar para o detalhe a cada imagem e sua legenda-comentário e ao final obterá uma visão panorâmica da história da educação. Não é pouco!

    Encontrei os dois volumes vasculhando a biblioteca do Prof. Bernd Fichtner, quando estava na Universidade de Siegen com bolsa de pesquisa concedida pelo DAAD, ao mesmo tempo em que participava de Seminários no programa internacional de doutorado em educação (INED). Imediatamente fui tomado pela obra. E propus a tradução, imaginando que esta obra poderia incentivar pesquisadores brasileiros a realizarem algo semelhante sobre a nossa história da educação e da escola.

    Nilda Alves aceitou associar-se a esta empreitada escrevendo um prefácio que é ao mesmo tempo um ensaio, mostrando aa múltiplas leituras que uma obra assim concebida pode proporcionar segundo os interesses e perspectivas teóricas do leitor.

    Valdemir Miotello aceitou ser o editor – eis outro desafio. Não é uma edição fácil: muitas imagens do original de Alt estão borradas ou esmaecidas. O trabalho técnico tentou apresentar um resultado satisfatório (mas nem sempre aquele desejado porque era impossível refazer a pesquisa para encontrar as fontes, também elas secundárias).

    É uma alegria ver Robert Alt soar em português.

    João Wanderley Geraldi

  • Cartas na ventania

    R$25,00

    Um bilhete

     

    Nathercia, olá!

     

    O desejo fincado de dizer a palavra própria parece que está aumentando. É a vitória sobre o medo de dizer a palavra. Esse medo revela o medo de ser humano. Temos que vencer o medo. Como dizia Paulo Freire, temos medo da liberdade. Como pode a gente ter medo de ser livre, medo de não ser oprimido… Como pode um humano não querer ser livre! Que força estranha e medonha é essa que arranca de dentro de um humano esse desejo de ser humano, de ser livre, de não ser oprimido, de poder dizer sua palavra, de viver sua vida na relação livre com outras vidas! Que força medonha é essa!!!

    Dizer a palavra! É assim que vejo esse trabalho presente nesse livro de responder e trocar palavras no grande tempo… recebeu uma palavra lá atrás, na lonjura… e essas palavras duram, ficam vivas ou vivem sua ressurreição… e a circulação renovadora põe ainda as vozes que estão nela pra produzir sentido no hoje… é o grande tempo vivo… é o encontro com a ancestralidade… e encontro com o futuro, onde no hoje as memórias do futuro fertilizam as memórias do passado! Vale a pena! Vale a pena sacudir o pó do tempo e fazer novamente a palavra circular…

    Palavras valem. Elas são portadoras dos valores que fazemos penetrar nelas, como nosso projeto de dizer, de nossa luta de ser, ser mais nas palavras de Paulo Freire… palavras levam ao outro nosso jeito de viver, de ver o mundo, de tomar postura diante dos eventos…

    Palavra não deve ter dono, não tem proprietários, não pode ter um sentido único. Quando ela penetra tua alma, ela já vem com outras vozes dentro dela, e ela se transforma em uma palavra tua, mas não pra te adonares dela, mas pra que ela seja tua arma de luta. E uma luta por todos que já habitam nessa palavra… com essa palavra poderosa vais ao encontro de outras palavras… pensando assim, logo vemos que a palavra nasceu pra ser livre. Não brigo pela liberdade da imprensa, mas pela liberdade da palavra. Normalmente quem briga pela liberdade da imprensa quer aprisionar a palavra; quer fazer ela circular com sentidos únicos, controlados, dominados. Sentidos dominados por quem já domina a sociedade. Nossa briga tem que ser pela liberdade da palavra, pelos sentidos vários das palavras. Ela é livre… ela anda, circula, vai de um em um, se encharca de vida, engravida… palavra é ligeira, busca o encontro com outra palavra, é pra ser usada, enunciada, cantada, sussurrada, escrita, falada, copiada, plagiada… palavra é livre… palavra não tem dono…

    Então… vamos dizer nossa palavra… assim ela vira logo palavra de outro, mais larga, mais profunda, com mais camadas de vozes… libertárias…

    Viva Paulo Freire!!! Viva a palavra!!!

     

    Miotello

  • A (re)descoberta do ensino

    R$40,00

    AGRADECIMENTOS

    Este livro é a quarta monografia do que descrevi anteriormente como uma trilogia, que consiste em Beyond Learning (2006), Good Education in an Age of Measurement (2010), e The Beautiful Risk of Education (2014). Assim como houve certo risco em se referir a esse conjunto de livros como uma trilogia – dando uma ideia de conclusão – também há o risco, e um pouco de ironia, ao acrescentar um quarto título à coleção. A questão principal aqui é se eu tenho algo novo a dizer, além do que já disse em meus escritos até agora. Este julgamento, naturalmente, fica inteiramente por conta do leitor. A única coisa que posso dizer em minha defesa é que senti que a minha crítica da linguagem de aprendizagem (Beyond Learning), do impacto da indústria global na mensuração na educação (Good Education in an Age of Measurement), e do desejo de tornar a educação totalmente livre de riscos (The Beautiful Risk of Education) precisava ser complementada por um relato robusto e explícito sobre a importância do ensino e do professor.

    Há razões intelectuais significativas para isso, que esboço nos capítulos que se seguem, tal como há razões educacionais importantes para isso, que também discuto extensivamente. Mas em torno disto, há importantes razões políticas para defender o ensino e o professor. Isto é ocorre particularmente dado o desenvolvimento na política educacional contemporânea que parece ter perdido o interesse nos professores e no seu ensino. Esta afirmação pode soar descomunal à luz dos muitos documentos políticos que continuam a repetir que o professor é o fator mais influente no processo educativo. No entanto, o que considero problemático nesta afirmação, e num certo sentido até censurável, é a redução do professor ao estatuto de fator, ou seja, uma variável que aparece na análise de dados sobre a produção educacional do pequeno conjunto de resultados de aprendizagem mensuráveis que aparentemente “contam”. Na minha opinião, isto não é uma questão de importância do ensino e dos professores, mas equivale mais a um insulto – algo que muitos professores, que hoje em dia estão sujeitos a uma forma de pensar que torna o seu salário, a sua carreira e o seu sustento dependentes do quanto foram capazes de desempenhar como esse “fator”, provavelmente atestarão (ver Carusi, no prelo).

    Durante algum tempo trabalhei com a ideia de dar a este livro o subtítulo de “argumentos progressistas para uma ideia conservadora”. A razão para isto tem a ver com o fato de que a defesa do ensino e do professor não só precisa ser feita em resposta à redução do professor a um fator, mas também em resposta às tendências para a “aprendizagem” (Biesta 2010a) da educação; tendências que veem o professor como um facilitador da aprendizagem e não como alguém que traz algo à situação educacional e que tem algo para oferecer aos alunos, mesmo que seja apenas uma pergunta rápida ou um breve momento de hesitação (Biesta 2012a). Para aqueles que veem mudança na aprendizagem predominantemente como um afastamento do ensino-como-controle, qualquer argumento a favor do ensino e do professor provavelmente somente poderá ser visto como um movimento conservador. Muito do que vou tentar apresentar nos capítulos que se seguem visa argumentar que ensinar não é necessariamente conservador e não é necessariamente uma limitação da liberdade da criança ou do aluno, assim como a “liberdade de aprender” (Rogers 1969) não é automática ou necessariamente libertadora e progressista.

    Ao longo dos anos tenho sido animado pelas respostas positivas ao meu trabalho, particularmente por parte daqueles que acham que as questões que levanto e a linguagem que utilizo para discutí-las ajudam a articular de uma forma mais precisa o que importa nos seus próprios desafios educacionais. Embora não possa negar que o meu trabalho é, em grande parte, de natureza teórica, não creio que isso signifique que não tenha significado para a prática educacional. Isto não é apenas porque estou convencido de que a linguagem é realmente importante para a educação, mas também porque acredito que a melhor maneira de se contrapor às tentativas de simplificar e controlar o trabalho do professor é tornar a prática e o próprio exercício educação mais reflexivo. Isto exige que continuemos a tentar pensar de forma diferente sobre a educação, para ver como este pensamento pode fazer a diferença na prática diária da educação. As ideias oferecidas neste livro não são, portanto, apenas ideias sobre as quais pensar – e, portanto, para concordar ou discordar – mas talvez, antes de tudo, são ideias com as quais pensar.

    Embora eu seja o único responsável pelo conteúdo deste livro, as ideias apresentadas são o fruto de muitas interações, conversas, discussões, momentos de insight, coisas que me foram ensinadas e ensinamentos que recebi. O Capítulo 1 tem a sua origem no trabalho que venho fazendo há um número significativo de anos com colegas do NLA University College em Bergen, Noruega. Seu foco no “pedagógico” e sua preocupação com as dimensões existenciais da educação e da vida continuam a oferecer um ambiente nutritivo para explorar o que realmente importa na educação. Gostaria de agradecer particularmente a Paul Otto Brunstad, Solveig Reindal e Hemer Saeverot pelo seu trabalho na colecção editada, onde surgiu uma primeira versão das ideias apresentadas no capítulo 1. E gostaria de agradecer a Tone Saevi pelo seu generoso trabalho na tradução das minhas ideias para o norueguês. Uma versão anterior do capítulo 2 foi escrita para marcar o fim do meu mandato como editor-chefe de Estudos em Filosofia e Educação. Eu tive o prazer de servir a comunidade internacional de filosofia da educação nesta função, embora tenha sido um trabalho árduo. A revista está agora nas mãos competentes de Barbara Thayer-Bacon. Gostaria também de expressar meus agradecimentos aos alunos que participaram do curso que discuto no capítulo 2. Sou grato pelo que eles me deram e agradeço o que nos foi dado.

    Uma versão anterior do capítulo 3 foi escrita em resposta a um convite de Guoping Zhao. Eu gostaria de agradecer a oportunidade e as perguntas perspicazes que ela continua fazendo sobre o meu trabalho. Gostaria também de agradecer a Vanessa de Oliveira e Wouter Pols pelas muitas conversas que moldaram o meu pensamento sobre os tópicos deste capítulo. Alex Guilherme me deu a oportunidade de desenvolver minhas ideias sobre o papel do professor na educação emancipatória, sobre o qual escrevo no capítulo 4. Minhas ideias sobre este tema também foram muito beneficiadas pelo trabalho que fiz com Barbara Stengel para o Manual de Pesquisa sobre o Ensino da AERA. O capítulo 5 tem suas raízes na minha longa colaboração com Carl-Anders Safstrom, particularmente o trabalho que fizemos no Manifesto para a Educação, (Biesta & Safstrom 2011). Sou grato pelos muitos conflitos generativos que tivemos ao longo dos anos. Eles envolvem questões sérias, mas também são sempre muito divertidos. Gostaria também de agradecer a Herner Saeverot e Glenn-Egil Torgersen por me apresentarem o tema do imprevisto na educação. O trabalho de Joop Berding sobre Janusz Korczack continua a ser uma importante fonte de inspiração.

    Eu vejo o trabalho acadêmico como trabalho, e, embora seja um trabalho privilegiado, não é tudo o que existe na vida. Agradeço à minha esposa por me lembrar disso, e por tudo o que ela me ensinou sobre educação. Gostaria de agradecer à Universidade Brunei de Londres por me oferecer um emprego num momento difícil da minha vida e carreira, e aos colegas do Departamento de Educação por me fazerem sentir em casa. A trilogia original foi publicada pela Paradigm Publishers, EUA, e eu continuo muito grato a Dean Birkenkamp pelo encorajamento e apoio ao longo dos anos. Gostaria também de agradecer a Catherine Bernard da Routledge pela sua confiança no projeto atual, e pela sua paciência.

    Talvez duas “advertências”. Primeiro, este não é um livro perfeito. Não só porque penso que a perfeição é uma ambição perigosa, mas também porque a forma como procuro o sentido progressivo do ensino continua a ser essa: uma busca que ainda está em curso. Espero, no entanto, que onde e como estou procurando traga uma contribuição útil para a discussão. Em segundo lugar, estou consciente de que em alguns pontos o que deve ser seguido é altamente teórico e filosófico. Encorajo o leitor a insistir nessas passagens, mesmo que elas não revelem imediatamente o seu significado, pois são camadas importantes do que procuro explorar também neste livro.

    Finalmente: embora eu não pretenda acrescentar um quinto título à trilogia, é claro que nunca se pode ter certeza sobre o que o futuro trará. No entanto, na minha opinião, um quarteto também não é uma má conquista.

    Gert J. J. Biesta

    Edimburgo, Dezembro de 2016

  • A AULA COMO ACONTECIMENTO – João Wanderley Geraldi

    R$38,00R$50,00

    João Wanderley Geraldi !@
    Ano de Publicação 2015
    Páginas 208
    Tamanho 16 x 23
    ISBN 978-85-7993-021-8

  • A EDUCAÇÃO NA VIDA E A VIDA NA EDUCAÇÃO: UMA ABORDAGEM HISTÓRICO-CULTURAL – Patrícia L. M. Pederiva (Organizadora)

    R$30,00

    Patrícia L. M. Pederiva (Organizadora) !@
    A educação na vida e a vida na educação: uma abordagem histórico-cultural. São Carlos: Pedro & João Editores, 2019. 197p.
    ISBN 978-85-7993-681-4
    Educação; Vida; Vigotski; Teoria Histórico-Cultural; Diversidade.
    CDD – 370

  • A PEDOLOGIA HISTÓRICO-CULTURAL DE VIGOTSKI – Claudia da Costa Guimarães Santana

    R$31,50R$45,00

    Claudia da Costa Guimarães Santana !@
    A pedologia histórico-cultural de Vigotski. 2ª ed. Revisada e ampliada. São Carlos: Pedro & João Editores, 2020. 249p.
    ISBN: 978-65-5869-037-5
    1. Vigotski. 2. Pedologia de Vigotski. 3. Pedologia Histórico-Cultural. I. Título.
    CDD – 370

  • CONCEPÇÕES E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL DIÁLOGO DE/PARA/ENTRE PROFESSORES – Adrivania Maria Valério Honório [Organizadora]

    R$35,00

    Adrivania Maria Valério Honório [Organizadora] !@
    Concepções e práticas pedagógicas nos anos iniciais do ensino fundamental: diálogo de/para/entre professores. São Carlos: Pedro & João Editores, 2019. 226p.
    ISBN: 978-85-7993-772-9
    1. Anos iniciais do ensino fundamental. 2. Práticas pedagógicas. 3. Conversas entre professores. 4. Autoras e autores. I. Título.
    CDD – 370

  • CRIANÇA COM IMPLANTE COCLEAR E INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA: ENSINO DE LEITURA, ESCRITA E ARITMÉTICA – Regiane da Silva Barbosa; Maria Piedade Resende da Costa

    R$17,50R$35,00

    Regiane da Silva Barbosa; Maria Piedade Resende da Costa !@
    Criança com implante coclear e intervenção pedagógica: ensino de leitura, escrita e aritmética. São Carlos: Pedro & João Editores, 2019. 192p.
    ISBN 978-85-7993-639-5 (impresso)
    978-85-7993-640-1 (Ebook)
    1. Educação especial. 2. Criança com implante coclear. 3. Inclusão escolar. 4. Autoras. I. Título.
    CDD – 370

  • EDUCAÇÃO E PEDAGOGIAS CRÍTICAS A PARTIR DO SUL: CARTOGRAFIAS DA EDUCAÇÃO POPULAR – Marco Raúl Mejía

    R$31,50R$45,00

    Marco Raúl Mejía !@
    Educação e pedagogias críticas a partir do sul: cartografias da educação popular. São Carlos: Pedro & João Editores, 2018. 315p.
    ISBN. 978-85-7993-415-5
    1. Educação popular. 2. Pedagogia crítica. 3. Pensamento latinoamericano. 4. Autor. I. Título.

  • Educação Estética: diálogos com a Teoria Histórico-Cultural

    R$40,00

    Educação Estética Histórico-Cultural

    Este livro foi organizado e constituído por meio de diálogos de professoras/es sobre arte e educação estética à luz da Teoria HistóricoCultural de Lev Semionovitch Vigotski. De base marxista e spinozista, o autor bielorrusso interessava-se em compreender fenômenos relativos aos seres humanos e às leis gerais de seu desenvolvimento. Para tanto, enfatizou as influências históricas, culturais, emocionais e estéticas neste processo do constituir-se humano, afirmando que isso somente é possível em meio às relações com outras pessoas.
    Para a Teoria Histórico-Cultural, os seres humanos são uma unidade afeto-intelectiva. Tanto afeto quanto intelecto são essenciais para a nossa constituição. Portanto, nos processos educativos, ambos precisam ser considerados enquanto unidade, pois, tanto na resolução de um cálculo matemático, quanto na apreciação de uma música, o nosso corpo uno, pulsa, relaciona-se afetiva e intelectivamente. A arte para Vigotski (1999) é a ferramenta das emoções, uma atividade exclusivamente humana que possibilita a vivência potente
    das nossas próprias emoções, particularizando-as, como afirma Pederiva (2009). Nas vivências artísticas, a dimensão emocional sobrepõe-se à intelectiva, afetando todo o corpo. É nesse sentido, que partilhamos a essência de uma educação estética histórico-cultural: de criar possibilidades para que as pessoas vivenciem conscientemente suas emoções. Por este motivo, advogamos a favor da organização de ambientes educativos que tenham como centralidade a vivência estética, superando a concepção de arte como análise de conteúdo,
    forma, material e sua utilização como prazer (VIGOTSKI, 2003). Na vivência estética, entregamo-nos voluntariamente aos elementos combinados da música, cinema, literatura, dança, teatro e, por se tratar de uma vivência, a menor unidade pessoa-meio (VIGOTSKI, 2018), a maneira como esses elementos são organizados afeta de modo distinto cada ser humano. Há uma relação dialética, histórica e cultural na vivência estética. É uma vivência singular, portanto, não cabe a nós, enquanto seres humanos, como professoras/es, quantificá-la. Arte é liberdade, liberdade de criar, vivenciar, afetar e ser afetado. Liberdade de sentir, além da apropriação das técnicas e ferramentas culturais relativas a essa atividade, para sua expressão, apreciação e criação. A vivência na arte amplia as possibilidades de ser, de estar e constituir a nossa humanidade, como organização de seres culturais. O acesso às diferentes culturas, às diferentes artes é um direito de todas e todos.

    As organizadoras
    Brasília, dezembro de 2020

  • ESTUDOS E PESQUISAS COM O COTIDIANO DA EDUCAÇÃO DAS INFÂNCIAS EM PERIFERIAS URBANAS – Heloisa Josiele Santos Carreiro; Maria Tereza Goudard Tavares (Orgs.)

    R$32,00R$40,00

    Heloisa Josiele Santos Carreiro; Maria Tereza Goudard Tavares (Orgs.)
    Estudos e pesquisas com o cotidiano da educação das infâncias em periferias urbanas. São Carlos: Pedro & João Editores, 2018. 297p.
    ISBN 978-85-7993-490-2
    1. Educação das infâncias. 2. Estudos do cotidiano da educação. 3. Educação em periferias urbanas. 4. Autores. I. Título.
    CDD – 370

  • FIO SOLTO: QUE ESCOLA VOCÊ DESEJA? – Grupo ATOS-UFF

    R$25,00

    Grupo ATOS-UFF !@
    Fio Solto: que escola você deseja? São Carlos: Pedro & João Editores, 2020. 97p.
    ISBN 978-85-7993-330-1 [1ª edição]
    978-65-87645-26-1 [2ª edição]
    1. Que escola desejo. 2. Educação. 3. Escolas possíveis. 4. Vida. I. Título.
    CDD – 370