EDUCAÇÃO

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  • EDUCAÇÃO E PEDAGOGIAS CRÍTICAS A PARTIR DO SUL: CARTOGRAFIAS DA EDUCAÇÃO POPULAR – Marco Raúl Mejía

    R$31,50R$45,00

    Marco Raúl Mejía !@
    Educação e pedagogias críticas a partir do sul: cartografias da educação popular. São Carlos: Pedro & João Editores, 2018. 315p.
    ISBN. 978-85-7993-415-5
    1. Educação popular. 2. Pedagogia crítica. 3. Pensamento latinoamericano. 4. Autor. I. Título.

  • Educação Estética: diálogos com a Teoria Histórico-Cultural

    R$40,00

    Educação Estética Histórico-Cultural

    Este livro foi organizado e constituído por meio de diálogos de professoras/es sobre arte e educação estética à luz da Teoria HistóricoCultural de Lev Semionovitch Vigotski. De base marxista e spinozista, o autor bielorrusso interessava-se em compreender fenômenos relativos aos seres humanos e às leis gerais de seu desenvolvimento. Para tanto, enfatizou as influências históricas, culturais, emocionais e estéticas neste processo do constituir-se humano, afirmando que isso somente é possível em meio às relações com outras pessoas.
    Para a Teoria Histórico-Cultural, os seres humanos são uma unidade afeto-intelectiva. Tanto afeto quanto intelecto são essenciais para a nossa constituição. Portanto, nos processos educativos, ambos precisam ser considerados enquanto unidade, pois, tanto na resolução de um cálculo matemático, quanto na apreciação de uma música, o nosso corpo uno, pulsa, relaciona-se afetiva e intelectivamente. A arte para Vigotski (1999) é a ferramenta das emoções, uma atividade exclusivamente humana que possibilita a vivência potente
    das nossas próprias emoções, particularizando-as, como afirma Pederiva (2009). Nas vivências artísticas, a dimensão emocional sobrepõe-se à intelectiva, afetando todo o corpo. É nesse sentido, que partilhamos a essência de uma educação estética histórico-cultural: de criar possibilidades para que as pessoas vivenciem conscientemente suas emoções. Por este motivo, advogamos a favor da organização de ambientes educativos que tenham como centralidade a vivência estética, superando a concepção de arte como análise de conteúdo,
    forma, material e sua utilização como prazer (VIGOTSKI, 2003). Na vivência estética, entregamo-nos voluntariamente aos elementos combinados da música, cinema, literatura, dança, teatro e, por se tratar de uma vivência, a menor unidade pessoa-meio (VIGOTSKI, 2018), a maneira como esses elementos são organizados afeta de modo distinto cada ser humano. Há uma relação dialética, histórica e cultural na vivência estética. É uma vivência singular, portanto, não cabe a nós, enquanto seres humanos, como professoras/es, quantificá-la. Arte é liberdade, liberdade de criar, vivenciar, afetar e ser afetado. Liberdade de sentir, além da apropriação das técnicas e ferramentas culturais relativas a essa atividade, para sua expressão, apreciação e criação. A vivência na arte amplia as possibilidades de ser, de estar e constituir a nossa humanidade, como organização de seres culturais. O acesso às diferentes culturas, às diferentes artes é um direito de todas e todos.

    As organizadoras
    Brasília, dezembro de 2020

  • ESTUDOS E PESQUISAS COM O COTIDIANO DA EDUCAÇÃO DAS INFÂNCIAS EM PERIFERIAS URBANAS – Heloisa Josiele Santos Carreiro; Maria Tereza Goudard Tavares (Orgs.)

    R$32,00R$40,00

    Heloisa Josiele Santos Carreiro; Maria Tereza Goudard Tavares (Orgs.)
    Estudos e pesquisas com o cotidiano da educação das infâncias em periferias urbanas. São Carlos: Pedro & João Editores, 2018. 297p.
    ISBN 978-85-7993-490-2
    1. Educação das infâncias. 2. Estudos do cotidiano da educação. 3. Educação em periferias urbanas. 4. Autores. I. Título.
    CDD – 370

  • FIO SOLTO: QUE ESCOLA VOCÊ DESEJA? – Grupo ATOS-UFF

    R$25,00

    Grupo ATOS-UFF !@
    Fio Solto: que escola você deseja? São Carlos: Pedro & João Editores, 2020. 97p.
    ISBN 978-85-7993-330-1 [1ª edição]
    978-65-87645-26-1 [2ª edição]
    1. Que escola desejo. 2. Educação. 3. Escolas possíveis. 4. Vida. I. Título.
    CDD – 370

  • FORMAÇÃO DE LEITORES NARRATIVAS DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO – Heloísa Helena Dias Martins Proença; Guilherme do Val Toledo Prado; Renata Barroso de Siqueira Frauendorf (Organizadores

    R$35,00

    Heloísa Helena Dias Martins Proença; Guilherme do Val Toledo Prado; Renata Barroso de Siqueira Frauendorf (Organizadores) !@
    Formação de leitores: narrativas de profissionais da educação. São Carlos: Pedro & João Editores, 2020. 161p.
    ISBN 978-85-7993-779-8
    1. Formação de leitores. 2. Narrativas de profissionais da educação. 3. GRUPAD – FE – Unicamp. 4. Autores. I. Título.
    CDD – 370

  • Foucambert e Bajard: o encontro de Paris

    R$35,00

    CAMINHO PERCORRIDO PARA A CONSTRUÇÃO DO DIÁLOGO

    Desde os primeiros anos da década de 1990 vínhamos acompanhando as publicações e conferências proferidas por Jean Foucambert e Élie Bajard em congressos em São Paulo, mas nunca tínhamos mantido encontros pessoais antes de 2012. Nesse ano, tivemos, Adriana e Dagoberto Buim Arena, o primeiro encontro presencial com Élie Bajard por ocasião do VII Congresso de Alfabetização, V Congresso de Educação Infantil e EJA: práticas de leitura e de escrita para a constituição, promovido pela Faculdade de Educação da Universidade Federal de Uberlândia, coordenado por Adriana e por outras professoras. Depois desse primeiro contato, estreitamos os vínculos acadêmicos por correspondências eletrônicas frequentes em torno de alfabetização. Em 2013, a secretaria de educação de Marília-SP aceitou um plano de formação de professores alfabetizadores proposto por Bajard, com a participação de Dagoberto, professor da disciplina Alfabetização na Unesp. Esse plano foi executado de 2013 a 2014, com um grupo de professores da Educação Infantil e do Ensino Fundamental. Entre outubro de 2013 e agosto de 2014 nos deslocamos para um estágio pós-doutoral no CELSA – Sorbonne, Paris IV, sob a supervisão de Emmanüel Souchier, enquanto Bajard continuava com a formação em Marília.

    Em junho de 2014, voltamos a nos encontrar em Paris, durante sua viagem de férias de verão. Nesse mês, trocamos ideias a respeito de um livro que ele estava escrevendo. Anos depois, em 2019, organizamos, a pedido dele feito em 2017, quando ocorreu o nosso último encontro presencial, os capítulos ainda não concluídos da obra que deveria ser editada após sua morte, por ele pressentida pouco antes de submeter-se a uma cirurgia de substituição de uma válvula em seu coração. Eles leem, mas não compreendem. Onde está o equívoco? foi postumamente publicado em 2021 pela Cortez Editora.

    Em 2014, entretanto, Bajard combinara um encontro com Foucambert na sede da Associação Francesa para a Leitura – AFL, na 65 Rue des Cités, 93300, em Aubervilliers, na região metropolitana de Paris. No dia 14 de junho, às 9 horas, lá estávamos, recebidos por Foucambert e por Marie, a secretária da associação. Conversamos a respeito dos rumos das políticas de alfabetização na França, das experiências de Bajard no bairro do Campo Limpo, em São Paulo, e em Marília. A longa conversa também trouxe à tona as memórias de Foucambert quando desenvolveu seus trabalhos de formação de professores no Instituto Nacional de Pesquisas Pedagógicas – INRP, na França, dos quais Bajard também participara.

    As conversas registradas por um gravador digital dormiram em um computador até 2019, dois anos após a morte de Bajard. Cumprido o compromisso selado com ele em 2017, de concluir a obra por ele legada, nos dedicamos a uma outra tarefa, também previamente combinada com Bajard e com Foucambert, a de transcrever os áudios registrados e publicar os diálogos, com a intenção de perenizar as memórias desses dois franceses militantes no campo da alfabetização e da leiturização. Eles jamais renunciaram à posição de vanguarda nos embates contra o pensamento tecnicista e tradicionalista baseado na fonoaudiologia, neurologia e psicologia cognitivista, entre outras áreas das ciências da natureza. Bajard se dedicava, em seus escritos e em suas palestras, a demonstrar que a linguagem escrita era apropriada pelo ato de ler, como material gráfico a ser percebido pelos olhos, mas sua atenção também se dirigia para o aspecto gráfico da palavra, como contraponto às pesquisas oriundas das ciências biológicas que pregavam e pregam a necessidade de desenvolvimento da consciência fonológica como requisito para as crianças se alfabetizarem. Foucambert, responsável pelo conceito de leiturização, também insiste na apropriação da linguagem escrita pelo ato de ler. Para ele, o fundamental é observar o que faziam os operários do século XIX quando ensinavam seus filhos. A leitura de panfletos, jornais e todo material de organização dos trabalhadores era o conteúdo de ensino, de aprendizagem, ao mesmo tempo conteúdo da vida e da luta diária. Para ele, os textos são as criações de linguagem escrita onde devem se encontrar os professores e seus alunos no século XXI. Esse lugar também era o proposto por Bajard, cujo desejo era combater, com argumentos empregados na construção gráfica da palavra, os defensores do método fônico e da consciência fonológica. Essas congruências se manifestam nos diálogos travados entre eles.

    As transcrições dos áudios foram lentas, minuciosas e laboriosas porque feitas por dois brasileiros não nativos em francês, ouvidos colados nos fones, sem ter como consultores os dois principais protagonistas, um por morar em Paris, outro por não morar mais no planeta. Por isso, tomamos algumas decisões, entre elas a de suprimir trechos sobre assuntos pessoais, sem nenhum vínculo com o tema em discussão, e a de acrescentar nomes, situações e obras citadas para alimentar de informações o leitor. Para isso, recorremos a pesquisas em sites e bibliotecas virtuais. Por essa razão, o leitor encontrará interrupções necessárias para que alguns comentários sejam introduzidos. Essas inserções estão grafadas em fonte distinta de caracteres da empregada no registro dos diálogos para bem evidenciá-las. Em virtude da referência que faz Foucambert a um projeto chamado Cidade-Leitora, elaborado pela Associação Francesa para a Leitura, decidimos traduzi-lo para conhecimento do leitor brasileiro.

    O resultado final, cremos, poderá ser aproveitado pelos leitores interessados em conhecer alguns portos de passagem desses dois pensadores franceses, com experiências diversas, ora na França, ora no Brasil. É um diálogo entre dois pesquisadores (com uma ou outra participação de nossa parte) cuja abordagem se revela provocativa para a compreensão das políticas de alfabetização na França e no Brasil. Mais do que história, o que se tem aqui são proposições para um futuro na alfabetização em que a liberdade de pensar e a apropriação dos atos com linguagem escrita estejam no cerne das relações humanas.

    Além destas palavras iniciais e um pequeno epílogo, o livro é composto por outras partes. A primeira apresentará brevemente Foucambert e Bajard, para que o leitor tome conhecimento de contexto de vida e de formação dos referidos autores. Em seguida, Diálogos no encontro na Associação Francesa para a Leitura, é um trabalho de degravação e de tradução da conversa sobre alfabetização e leiturização entre Bajard e Foucambert, com algumas participações dos organizadores desta obra. O texto original, sonoro, materializou-se, aqui neste livro, pela formulação textual escrita e, por este motivo, algumas marcas da construção textual oral foram mantidas, entre as quais as retomadas, as repetições e as modalizações. No terceiro momento, oferecemos ao leitor a Carta das cidades-leitoras, uma tradução de um artigo escrito por Jean Foucambert, publicado pela Associação Francesa para a Leitura (AFL) na revista Atos de leitura, n. 26 junho, 1989. E por fim, apresentamos o Manifesto dos usuários da escrita, um artigo de Élie Bajard, originalmente publicado na revista Ensino em Re-Vista, n.1 (jan./jun.), 2014.

     

  • INFÂNCIA E PÓS-ESTRUTURALISMO – Anete Abramowicz; Gabriela Tebet (Organizadoras)

    R$45,00

    Anete Abramowicz; Gabriela Tebet (Organizadoras) !@
    Infância e pós-estruturalismo. São Carlos: Pedro & João Editores, 2019. 250p.
    ISBN 978-85-7993-707-1
    1. Estudos da infância. 2. Infância e pós-estruturalismo. 3. Educação infantil. 4. Autores. I. Título.
    CDD – 370

  • INTELIGÊNCIAS E DIDÁTICA DAS LÍNGUAS – Paolo Torresan

    R$40,00

    Paolo Torresan !@
    Inteligências e didática das línguas. São Carlos: Pedro & João Editores, 2020. 155p.
    ISBN: 978-85-7993-792-7
    1. Múltiplas inteligências – MIT. 2. Línguas. 3. Habilidades. 4. Didática das línguas. V5. Ensino e aprendizagem das línguas I. Título.
    CDD – 410

  • LEITURA EM BAKHTIN E PAULO FREIRE PALAVRAS E MUNDOS – Edite Marques de Moura

    R$32,00R$40,00

    Edite Marques de Moura !@
    Leitura em Bakhtin e Paulo Freire – Palavras e mundos. São Carlos: Pedro & João Editores, 2019. 193p.
    ISBN 978-85-7993-746-0 [2ª edição]
    1. Bakhtin. 2. Paulo Freire. 3. Leitura. 4. Pedagogia da Leitura. 5. Edite Marques de Moura. I. Título.
    CDD – 410

  • LIVRE MENTE: PROCESSOS COGNITIVOS E EDUCAÇÃO PARA A LINGUAGEM – Augusto Ponzio

    R$40,00

    Augusto Ponzio !@
    Livre Mente: processos cognitivos e educação para a linguagem. São Carlos: Pedro & João Editores, 2020. 377 pg.
    ISBN 978-65-5869-069-6
    1. Filosofia da Linguagem. 2. Educação. I. Autor. II. Título.
    CDD – 410

  • MALEC – MATERIAL PARA AVALIAÇÃO DE LEITURA E ESCRITA DA CRIANÇA: UMA PROPOSTA COM BASE NOS GÊNEROS DO DISCURSO – Rita Signor; Miriam Maia A. Pereira

    R$25,00R$50,00

    Rita Signor; Miriam Maia A. Pereira !@
    Ano de Publicação 2019 – 2ª edição
    Páginas 66
    Tamanho 21 x 29
    ISBN 978-85-7993-742-2

  • METODOLOGIA NARRATIVA DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO: UMA PERSPECTIVA BAKHTINIANA – Guilherme do Val Toledo Prado; Liana Arrais Serodio; Heloisa Helena Dias Martins Proença; Nara Caetano Rodrigues [Orgs.]

    R$32,00R$40,00

    Autor Guilherme do Val Toledo Prado; Liana Arrais Serodio; Heloisa Helena Dias Martins Proença; Nara Caetano Rodrigues [Orgs.] !@
    Ano de Publicação 2015
    Páginas 213
    Tamanho 14 x 21
    ISBN 978-85-7993-301-1