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  • A (re)descoberta do ensino

    R$40,00

    AGRADECIMENTOS

    Este livro é a quarta monografia do que descrevi anteriormente como uma trilogia, que consiste em Beyond Learning (2006), Good Education in an Age of Measurement (2010), e The Beautiful Risk of Education (2014). Assim como houve certo risco em se referir a esse conjunto de livros como uma trilogia – dando uma ideia de conclusão – também há o risco, e um pouco de ironia, ao acrescentar um quarto título à coleção. A questão principal aqui é se eu tenho algo novo a dizer, além do que já disse em meus escritos até agora. Este julgamento, naturalmente, fica inteiramente por conta do leitor. A única coisa que posso dizer em minha defesa é que senti que a minha crítica da linguagem de aprendizagem (Beyond Learning), do impacto da indústria global na mensuração na educação (Good Education in an Age of Measurement), e do desejo de tornar a educação totalmente livre de riscos (The Beautiful Risk of Education) precisava ser complementada por um relato robusto e explícito sobre a importância do ensino e do professor.

    Há razões intelectuais significativas para isso, que esboço nos capítulos que se seguem, tal como há razões educacionais importantes para isso, que também discuto extensivamente. Mas em torno disto, há importantes razões políticas para defender o ensino e o professor. Isto é ocorre particularmente dado o desenvolvimento na política educacional contemporânea que parece ter perdido o interesse nos professores e no seu ensino. Esta afirmação pode soar descomunal à luz dos muitos documentos políticos que continuam a repetir que o professor é o fator mais influente no processo educativo. No entanto, o que considero problemático nesta afirmação, e num certo sentido até censurável, é a redução do professor ao estatuto de fator, ou seja, uma variável que aparece na análise de dados sobre a produção educacional do pequeno conjunto de resultados de aprendizagem mensuráveis que aparentemente “contam”. Na minha opinião, isto não é uma questão de importância do ensino e dos professores, mas equivale mais a um insulto – algo que muitos professores, que hoje em dia estão sujeitos a uma forma de pensar que torna o seu salário, a sua carreira e o seu sustento dependentes do quanto foram capazes de desempenhar como esse “fator”, provavelmente atestarão (ver Carusi, no prelo).

    Durante algum tempo trabalhei com a ideia de dar a este livro o subtítulo de “argumentos progressistas para uma ideia conservadora”. A razão para isto tem a ver com o fato de que a defesa do ensino e do professor não só precisa ser feita em resposta à redução do professor a um fator, mas também em resposta às tendências para a “aprendizagem” (Biesta 2010a) da educação; tendências que veem o professor como um facilitador da aprendizagem e não como alguém que traz algo à situação educacional e que tem algo para oferecer aos alunos, mesmo que seja apenas uma pergunta rápida ou um breve momento de hesitação (Biesta 2012a). Para aqueles que veem mudança na aprendizagem predominantemente como um afastamento do ensino-como-controle, qualquer argumento a favor do ensino e do professor provavelmente somente poderá ser visto como um movimento conservador. Muito do que vou tentar apresentar nos capítulos que se seguem visa argumentar que ensinar não é necessariamente conservador e não é necessariamente uma limitação da liberdade da criança ou do aluno, assim como a “liberdade de aprender” (Rogers 1969) não é automática ou necessariamente libertadora e progressista.

    Ao longo dos anos tenho sido animado pelas respostas positivas ao meu trabalho, particularmente por parte daqueles que acham que as questões que levanto e a linguagem que utilizo para discutí-las ajudam a articular de uma forma mais precisa o que importa nos seus próprios desafios educacionais. Embora não possa negar que o meu trabalho é, em grande parte, de natureza teórica, não creio que isso signifique que não tenha significado para a prática educacional. Isto não é apenas porque estou convencido de que a linguagem é realmente importante para a educação, mas também porque acredito que a melhor maneira de se contrapor às tentativas de simplificar e controlar o trabalho do professor é tornar a prática e o próprio exercício educação mais reflexivo. Isto exige que continuemos a tentar pensar de forma diferente sobre a educação, para ver como este pensamento pode fazer a diferença na prática diária da educação. As ideias oferecidas neste livro não são, portanto, apenas ideias sobre as quais pensar – e, portanto, para concordar ou discordar – mas talvez, antes de tudo, são ideias com as quais pensar.

    Embora eu seja o único responsável pelo conteúdo deste livro, as ideias apresentadas são o fruto de muitas interações, conversas, discussões, momentos de insight, coisas que me foram ensinadas e ensinamentos que recebi. O Capítulo 1 tem a sua origem no trabalho que venho fazendo há um número significativo de anos com colegas do NLA University College em Bergen, Noruega. Seu foco no “pedagógico” e sua preocupação com as dimensões existenciais da educação e da vida continuam a oferecer um ambiente nutritivo para explorar o que realmente importa na educação. Gostaria de agradecer particularmente a Paul Otto Brunstad, Solveig Reindal e Hemer Saeverot pelo seu trabalho na colecção editada, onde surgiu uma primeira versão das ideias apresentadas no capítulo 1. E gostaria de agradecer a Tone Saevi pelo seu generoso trabalho na tradução das minhas ideias para o norueguês. Uma versão anterior do capítulo 2 foi escrita para marcar o fim do meu mandato como editor-chefe de Estudos em Filosofia e Educação. Eu tive o prazer de servir a comunidade internacional de filosofia da educação nesta função, embora tenha sido um trabalho árduo. A revista está agora nas mãos competentes de Barbara Thayer-Bacon. Gostaria também de expressar meus agradecimentos aos alunos que participaram do curso que discuto no capítulo 2. Sou grato pelo que eles me deram e agradeço o que nos foi dado.

    Uma versão anterior do capítulo 3 foi escrita em resposta a um convite de Guoping Zhao. Eu gostaria de agradecer a oportunidade e as perguntas perspicazes que ela continua fazendo sobre o meu trabalho. Gostaria também de agradecer a Vanessa de Oliveira e Wouter Pols pelas muitas conversas que moldaram o meu pensamento sobre os tópicos deste capítulo. Alex Guilherme me deu a oportunidade de desenvolver minhas ideias sobre o papel do professor na educação emancipatória, sobre o qual escrevo no capítulo 4. Minhas ideias sobre este tema também foram muito beneficiadas pelo trabalho que fiz com Barbara Stengel para o Manual de Pesquisa sobre o Ensino da AERA. O capítulo 5 tem suas raízes na minha longa colaboração com Carl-Anders Safstrom, particularmente o trabalho que fizemos no Manifesto para a Educação, (Biesta & Safstrom 2011). Sou grato pelos muitos conflitos generativos que tivemos ao longo dos anos. Eles envolvem questões sérias, mas também são sempre muito divertidos. Gostaria também de agradecer a Herner Saeverot e Glenn-Egil Torgersen por me apresentarem o tema do imprevisto na educação. O trabalho de Joop Berding sobre Janusz Korczack continua a ser uma importante fonte de inspiração.

    Eu vejo o trabalho acadêmico como trabalho, e, embora seja um trabalho privilegiado, não é tudo o que existe na vida. Agradeço à minha esposa por me lembrar disso, e por tudo o que ela me ensinou sobre educação. Gostaria de agradecer à Universidade Brunei de Londres por me oferecer um emprego num momento difícil da minha vida e carreira, e aos colegas do Departamento de Educação por me fazerem sentir em casa. A trilogia original foi publicada pela Paradigm Publishers, EUA, e eu continuo muito grato a Dean Birkenkamp pelo encorajamento e apoio ao longo dos anos. Gostaria também de agradecer a Catherine Bernard da Routledge pela sua confiança no projeto atual, e pela sua paciência.

    Talvez duas “advertências”. Primeiro, este não é um livro perfeito. Não só porque penso que a perfeição é uma ambição perigosa, mas também porque a forma como procuro o sentido progressivo do ensino continua a ser essa: uma busca que ainda está em curso. Espero, no entanto, que onde e como estou procurando traga uma contribuição útil para a discussão. Em segundo lugar, estou consciente de que em alguns pontos o que deve ser seguido é altamente teórico e filosófico. Encorajo o leitor a insistir nessas passagens, mesmo que elas não revelem imediatamente o seu significado, pois são camadas importantes do que procuro explorar também neste livro.

    Finalmente: embora eu não pretenda acrescentar um quinto título à trilogia, é claro que nunca se pode ter certeza sobre o que o futuro trará. No entanto, na minha opinião, um quarteto também não é uma má conquista.

    Gert J. J. Biesta

    Edimburgo, Dezembro de 2016

  • A ESCUTA COMO LUGAR DO DIÁLOGO: ALARGANDO OS LIMITES DA IDENTIDADE – Grupo de Estudos dos Gêneros do Discurso

    R$24,50R$35,00

    Autor Grupo de Estudos dos Gêneros do Discurso !@
    Ano de Publicação 2012
    Páginas 364
    Tamanho 16 x 23 cm
    ISBN 978-85-7993-113-0

  • Bebês como potência de vida: corporeidade e sensorialidade na Educação Infantil

    R$35,00

    Nota Introdutória

    É uma imensa alegria apresentar este livro gestado dentro da escola de educação infantil na qual percebemos o exercício analítico completamente vinculado à prática pedagógica com bebês onde o cuidado educativo está presente em cada intenção, seja no olhar, na fala, no movimento, na escuta, no planejamento que pensa o chegar, o permanecer e o sair. Fazendo uso de diferentes estudiosos/as que pensam as infâncias e refletindo a prática à luz destas pesquisas, somos convidadas a adentrar na escola para conhecer o grupo de bebês, o que pensa a professora e como organiza, planeja, resolve os problemas que vão surgindo. Militantes na educação infantil, conheço ambas as autoras, Leni por ter sido professora e orientadora de Mestrado; Bárbara, por iniciar o seu ofício como professora neste espaço, no qual exerço as funções de diretora e coordenadora pedagógica.

    Nunca é demais lembrar que a escola de educação infantil, como um direito social da criança, é recente. Disto resultou uma série de mudanças, dentre elas, a integração como primeira etapa da Educação Básica. Leis, resoluções, pareceres, indicativos passam a normatizar o funcionamento das instituições que atendem bebês/ crianças de 0 a 6 anos de idade. Este ordenamento jurídico não é isento de poder e dele resultam variantes de projetos pedagógicos que incidem na vida dos adultos e crianças de diferentes maneiras.

    A escola de educação infantil, com sua longa jornada e com características muito próprias de atendimento, esteve por muito tempo sob a sombra do ensino fundamental. Na tentativa de desenvolver um trabalho que seja reconhecido pela comunidade e, muitas vezes, acreditando que é o melhor como proposta curricular, algumas escolas, em diferentes situações, planejam um trabalho antecipando a escolarização tanto em termos de projeto pedagógico, como realizando rituais distantes da vida das crianças. Temos um longo caminho para discutir, estudar, rever projetos e concepções que circulam nos espaços que se dedicam às infâncias. Temos falta de materiais para escolas de educação infantil e mais ainda para pensar projetos para os bebês.

    Este livro vem ao encontro desta ausência. Endereçado a quem se debruça sobre a educação de bebês e de crianças pequenas poderá servir como objeto de estudo e inspiração, jamais como modelo, pois foi criado a partir de uma realidade local, singular e única. Entre o rotineiro e o inusitado, próprio da vida de uma escola infantil existem demandas que geram correrias, atropelos, caos, em que as coisas parecem sair do lugar, mas também, e na mesma medida, a tranquilidade, o silêncio contemplativo, a grandeza da alegria que vemos em cada vida recém-chegada ao mundo. A peculiaridade de um trabalho em que o cuidado com o corpo e a saúde do bebê se fundem de tal modo ao processo da formação de saberes, sendo impossível distinguir o que é cuidar e o que é educar, exige, permanentemente de quem escolheu estar na escola de educação infantil, uma conduta disponível para estudar, pesquisar, registrar, anotar, descrever, retomar, avaliar, refletir, aprender acreditando que é possível uma educação acolhedora e afetiva em que as interações e brincadeiras nutrem os encontros.

    Lançando mão dos conceitos corporeidade e sensorialidade, importantes para o trabalho com bebês, as autoras vão planejando os encontros e reencontros, detalhando-os em quatorze cenas que traduzem de forma maiúscula a vida pulsante, colorida, criativa, alegre, chorosa, exclamativa, interrogativa, diversa, plural, inventiva, barulhenta, silenciosa, curiosa, musicada, melecada de um grupo de bebês andarilhos que fazem uso do corpo e das sensações por inteiro para ensinar e aprender um bocadinho sobre o mundo, mostrando que a fome não é só de comida.

    Se, por um lado, as cenas mostram como a fome e a sede, expressadas pelo grupo de bebês, para que possam saber e entender a vida, ele precisa ser cuidado, nutrido, educado e seu universo de descobertas pode ser ampliado através de músicas, brincadeiras, danças, brinquedos, conversas, objetos, materiais, histórias, cirandas, colo, aconchego e trocas. Por outro, elas não deixam de reconhecer e retratar alguns dilemas vividos e resolvidos para respeitar e convergir o desejo do bebê, a organização complexa da escola com horários e uma equipe de trabalho que pensa diferente e que dispõe de pouco tempo para trocar, não perdendo de vista a indagação: o que pode um corpo na escola? Como professora pesquisadora e arquivista, lança mão de algumas imagens fotográficas que dialogam com os seus escritos, testemunhando o caminho dos bebês e dela própria, respondendo o que e como pode um corpo do bebê na escola.

    Um corpo que insiste em viver num mundo carregado da soberba de, em nome da preservação da vida, dizer e controlar a partir de uma perspectiva adultocentrada que o percebe como carente de tudo. A escola, ao negligenciar ou tratar de qualquer jeito os sentimentos, desejos e vontades do bebê, deixa a sua vida mais árida. Parece difícil chegar a um lugar de equilíbrio, pois o bebê, é dependente do olhar, da atenção, do cuidado, da sensibilidade, da delicadeza, porque, como nativo recém-chegado, precisa da disposição dos adultos que conhecem e estão na vida há mais tempo o tratamento respeitoso, dando-lhe liberdade para experimentar, conhecer e ampliar os saberes. Precisa que os adultos estejam disponíveis para traduzir o que comunicam com o corpo. O trabalho apresentado neste livro mostra que é possível chegar a um equilíbrio, garantindo que a escola de educação infantil seja um local coletivo de grande afeto, alegria, regras, rotina, onde a conduta dos adultos não sufoque o corpo falante do bebê, mas amplifique a sua forma de se relacionar e comunicar, com atenção às minúcias da sua interação e das relações que estabelece.

    Assim, fica o convite ao leitor ou leitora para usufruir desta importante leitura e criar em sua escola outras cenas e, assim como as aqui apresentadas, possam também registrar, anotar, fotografar, avaliar, discutir e compartilhar, para quem sabe, ampliarmos uma pedagogia da infância oriunda das professoras-pesquisadoras que estão nas escolas de educação infantil, contribuindo para que esse espaço possibilite a cada bebê viver na sua plenitude tudo o que pode o seu corpo.

                                                                                                                                                                     Magali Oliveira Frassão

     

  • Do corpo à palavra: leituras bakhtinianas

    R$35,00

    Autor Tatiana Bubnova !@
    Ano de Publicação 2016
    Páginas 253
    Tamanho 14 x 21
    ISBN 978-85-7993-353-0

  • EDUCAR OS TRÊS PRIMEIROS ANOS: A experiência Pikler-LÓczy – 3ª Edição

    R$35,00

    Judit Falk (Organizadora)!@
    Educar os três primeiros anos: a experiência Pikler – Lóczy. São Carlos: Pedro & João Editores, 2020. 102p.
    ISBN 978-65-5869-048-1
    1. Educação de bebês. 2. Experiência de Lóczy. 3. Educar os
    três primeiros anos. 4. Autoras. I. Título.
    CDD 370

  • ENSAIOS DE DIALOGISMO – Edson Nascimento Campos, Herbert de Oliveira Timóteo, Mariano Alves Diniz Filho

    R$28,00R$35,00

    Edson Nascimento Campos; Herbert de Oliveira Timóteo; Mariano Alves Diniz Filho !@
    Ensaios de dialogismo. São Carlos: Pedro & João Editores, 2020. 124p.
    ISBN: 978-65-87645-16-2
    1. Estudos bakhtinianos. 2. Dialogismo. 3. Grupo de Estudos Bakhtinianos de Belo Horizonte (GEB-BH). 4. Autores. I. Título.
    CDD – 410

  • Eu quero ser o sol! crianças pequenininhas, culturas infantis, creche e intersecção

    R$28,00R$35,00

    Flavio Santiago !@
    Eu quero ser o sol! crianças pequenininhas, culturas infantis, creche e intersecção. São Carlos: Pedro & João Editores, 2019. 154p.
    ISBN 978-85-7993-698-2
    1. Creche. 2. Culturas infantis. 3. Crianças pequenininhas. 4. Interseccionalidade. 5. Autor. I. Título.
    CDD – 370

  • Literatura em pandemia: Epos-Cronos e Estações Brasil

    R$50,00

    UMA PRIMEIRA APROXIMAÇÃO   Flávia Aninger de Barros[1]   Todas as experiências da vida parecem exigir uma primeira aproximação, exatamente como tocamos as coisas ao nosso redor, quando crianças, sondando o mundo com nossos dedos. Talvez nos lembremos da primeira vez que fomos ao cinema, ou da primeira vez que vimos o mar. Em todas […]

  • Neuropsicologia Infantil

    R$42,00R$60,00

    Karina Kelly Borges [Org.]
    Neuropsicologia infantil. São Carlos: Pedro & João Editores, 2020. 251p.
    ISBN: 978-65-5869-078-8 [Digital]
    1. Estudo de caso. 2. Neuropsicologia. 3. Psicologia clínica. 4. Transtorno
    de aprendizagem. I. Título.
    CDD – 150

  • O DIABO DOS IRMÃOS GRIMM: DO IMAGINÁRIO POPULAR CRISTÃO ÀS PÁGINAS DA LITERATURA INFANTIL – F. M. Pfützenreuter

    R$35,00

    F. M. Pfützenreuter !@
    O diabo dos irmãos Grimm: do imaginário popular cristão às páginas da literatura infantil. São Carlos: Pedro & João Editores, 2020. 357p.
    ISBN: 978-65-87645-15-5
    1. Estudos de linguagens. 2. O diabo na literatura. 3. Diabo no imaginário cristão. 4. Autor. I. Título.
    CDD – 410

  • RESISTÊNCIAS. PALAVRAS E CONTRAPALAVRAS. CADERNO DE ESTUDOS XII – Grupo de Estudos dos Gêneros do Discurso – GEGe/UFSCar (Organizador

    R$30,00

    Grupo de Estudos dos Gêneros do Discurso – GEGe/UFSCar (Organizador) !@
    Resistências. Palavras e contrapalavras. Caderno de Estudos XII. São Carlos: Pedro & João Editores, 2020. 397p.
    ISBN 978-65-5869-044-3
    1. Resistência dialógica. 2. Estudos bakhtinianos. 3. Existências. 4. GEGe/UFSCar. 5. Autoras/Autores. I. Título.
    CDD – 410