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  • RESISTÊNCIAS. PALAVRAS E CONTRAPALAVRAS. CADERNO DE ESTUDOS XII – Grupo de Estudos dos Gêneros do Discurso – GEGe/UFSCar (Organizador

    R$30,00

    Grupo de Estudos dos Gêneros do Discurso – GEGe/UFSCar (Organizador) !@
    Resistências. Palavras e contrapalavras. Caderno de Estudos XII. São Carlos: Pedro & João Editores, 2020. 397p.
    ISBN 978-65-5869-044-3
    1. Resistência dialógica. 2. Estudos bakhtinianos. 3. Existências. 4. GEGe/UFSCar. 5. Autoras/Autores. I. Título.
    CDD – 410

  • RITMOS INFANTIS: TECIDOS DE UMA PAISAGEM INTERIOR – Maria Isabel Cabanellas Aguilera; Maria Clara Eslava Cabanellas; Juan José Eslava Cabanellas; Raquel Polonio Rubio

    R$35,00

    Maria Isabel Cabanellas Aguilera; Maria Clara Eslava Cabanellas; Juan José Eslava Cabanellas; Raquel Polonio Rubio !@
    Ritmos infantis: tecidos de uma paisagem interior. São Carlos: Pedro & João Editores, 2020. 219p.
    ISBN: 978-65-86101-53-9
    1. Estudos de bebês. 2. Linguagens na educação infantil. 3. Ritmos infantis. 4. Autores. I. Título.
    CDD – 370

  • Sons da caminhada

    R$30,00

    Apresentação

    A pandemia fez com que Helena começasse a caminhar como forma de suportar as pressões impostas pela Covid-19 e seu consequente distanciamento social. Em meio a um período de grandes mudanças em sua vida pessoal, ela se viu forçada a se adaptar também às novas regras oferecidas pela tecnologia para que a rotina de trabalho continuasse, agora remotamente, e os relacionamentos se mantivessem pulsantes, numa troca importante de informações, notícias e manifestações de afeto. Tal relação se viu mediada por sistemas e equipamentos cheios de caprichos e “enigmas” que, para os não iniciados, exigiam um tempo maior para serem decifrados.

    Esse livro surge nesse contexto, como uma maneira de aliviar as saudades, de estimular questionamentos, de fugir do sedentarismo e, acima de tudo, como forma de tentar entender esse momento assustador pelo qual o planeta tem passado. Como a própria autora diz, talvez a pandemia tenha vindo como uma forma de a Terra nos dizer que precisa de um tempo de refazimento, nos convidando a fazer o mesmo.

    Com tantas preocupações gritando em sua mente e sem ter com quem partilhá-las presencialmente, sob os reflexos da liberdade cerceada, Helena viu no caminhar solitário uma alternativa para aliviar a pressão interna de sua cabeça e também para movimentar seu corpo, enclausurado agora quase que o tempo todo no ambiente doméstico.

    Inicialmente de forma tímida e até desesperada, esse seu ato aos poucos foi ganhando cadência, frequência, fôlego. E, com a sensibilidade aflorada de sua mente sempre inquieta, ela logo percebeu que, ao caminhar, tinha uma ideia mais clara das vozes internas que “dialogavam” com ela no ambiente mental. Ela notou também que, durante esse seu flanar, outros sons poderiam invadir sorrateiramente sua mente, possibilitando-lhe algum respiro imaginativo e uma maneira de perceber o outro, mesmo que à distância, trabalhando esses vários sons em sua incansável oficina de ideias. Assim, por exemplo, das frases ditas por certa menina, também confinada em uma sacada qualquer, e que anuncia ser “dona do mundo”, Helena traça uma história, “viaja” numa fábula que se desenrola a cada passo, vislumbrando como o nosso planeta seria melhor se realmente pertencesse às crianças.

    E é nesse quase sussurro do mundo que ela começa a enxergar alguma esperança num novo contexto pós-pandemia. Dessa forma, consegue se aproximar em pensamento das pessoas que ama, de seus alunos, dos locais tão queridos de atividade cotidiana e percebe-se diante de uma porção de caminhos novos que, com um pouco de esforço e imaginação, conseguirá trilhar cheia de vida. Cabe aqui uma confissão minha: torci realmente para que a autora não aderisse aos fones de ouvido em seu caminhar, algo que poderia mascarar seus diálogos internos, nem sempre harmônicos, mas sempre francos e verdadeiros.

    É bem provável que o passo mais difícil de qualquer caminhada seja o primeiro. E Helena, nessa sua obra, não demonstra a receita de um caminhante resoluto, intrépido e experiente, mas revela uma mulher que também vacila nessa decisão solitária de vestir um tênis e sair para explorar a área externa de seu condomínio durante a pandemia, tendo sua convicção por vezes abalada por estados alterados de ânimo ou por uma chuva que insiste em cair numa tarde qualquer no ABC paulista, minutos antes do seu caminhar.

    Ler esse livro jamais será um ato solitário, pois essa obra surge como um companheiro de caminhada que, ao nosso lado, torna-se confidente, treinador, amigo, ouvinte atencioso… São páginas com as quais nos identificamos, sobretudo nesse período delicado que vivemos, e cada capítulo lido é uma espécie de trecho conquistado, algo que sempre nos prepara para o quilômetro seguinte, com suas reflexões e infalíveis surpresas. Cabe aqui outra confissão: ao perceber essa epopeia do caminhar de Helena, fico com pena de sua tão desejada samambaia. Pois esta tem de observar tudo do mesmo local, sem se deslocar alguns centímetros sequer, cumprindo o papel de ouvinte atenciosa da autora, que agora reparte com ela todas as suas impressões colhidas em seu deslocamento cotidiano pelo condomínio, parques e ruas da cidade.

    Helena, com toda a energia que emprega há anos na Educação, sabe que esse seu início na caminhada não é o início, mas a intensificação de um caminhar que já vem de longe, superando solos escorregadios, arenosos, repletos de obstáculos, os quais ela vem trilhando e superando com a convicção das grandes almas dedicadas à luta de tornar esse mundo melhor a partir da Educação.

    Nessa obstinação, Helena, por vezes, pode até se sentir sozinha, mas jamais estará só, pois, dentro de sua cabeça, ouve palavras de gratidão daqueles que já conseguem ir mais longe porque ela lhes mostrou o caminho. A autora, mais do que caminhar, ensina primeiramente seus pupilos a ficarem de pé para, em seguida, darem os primeiros passos num ato de coragem rumo à liberdade do ser através do autoconhecimento. E ela sabe que cada um deles ouve dentro de si a voz firme sempre a dizer: “Persistam, pois vale a pena esse seu caminhar”.

    Então, é hora de amarrarmos firme o cadarço do tênis, abrirmos os nossos ouvidos internos e externos e seguirmos com Helena nessa caminhada, na qual aprenderemos a ser passageiros de nós mesmos, numa viagem gratificante para dentro do que somos, de verdade.

     

    Antonio Rogério Cazzali 

     Jornalista, Professor de Fotografia e amante da corrida solitária, seu momento de reequilíbrio físico, mental e emocional.

           

  • SURDOCEGUEIRA: ESTUDOS E REFLEXÕES – Maria da Piedade Resende da Costa & Rosemeire de Araújo Rangni [Org]

    R$28,00

    Maria da Piedade Resende da Costa & Rosemeire de Araújo Rangni [Org] !@
    Ano de Publicação 2016
    Páginas 152
    Tamanho 14 x 21
    ISBN 978-85-7993-298-4

  • Terreno Baldio. Um livro sobre balbuciar e criançar os espaços para desacostumar Geografias. Por uma Teoria sobre a Espacialização da Vida

    R$40,00

    Prefácio

     

    Comentário

    ao memorial do professor Jader Janer

    “Conviver… Coexistir…”

     

    Tive o prazer de conversar com o professor Jader Janer em duas ocasiões. Em 2013 e em 2016, durante o simpósio internacional “Veresk”, dedicado à teoria histórico-cultural de L.S. Vygotsky, realizado na Universidade Federal Fluminense. Conheci ele ali, na qualidade de uma pessoa fantástica, e pude ficar a par da sua abordagem original sobre o estudo da vivência de um espaço geográfico, onde habita e se desenvolve o ser humano.

    Ao realizar a análise do memorial, me chamou logo a atenção a apresentação promissora do problema, colocada por Jader Janer: a proposta de visualizar para além de um ser humano isolado; a proposta de enxergar um ser humano existindo em um determinado espaço geográfico. Não há um ser humano em geral, mas há um ser humano em uma situação concreta – em uma condição de natureza, e em uma condição social. O desenvolvimento da personalidade é acompanhado pela transformação dessa situação. O seu relato destaca também as especificidades etárias da vivência do espaço. O ser humano constrói o topos em conformidade com os seus objetivos de vida e com o seu desenvolvimento cultural. Quando se alteram a necessidade vital e a armadura cultural, o sistema de relações da pessoa também muda. A sua identidade muda. A imagem do espaço se altera. O entorno natural passa pelo processo de significação e, por isso, deixa de ser um evento somente natural. O sujeito da percepção – a personalidade – é social em sua gênese. A socialidade dada determina o seu olhar sobre o mundo.

    O estudo da “cultura espacial das crianças”, nesse sentido, compensa aquele vácuo na psicologia, que se formou nos últimos tempos. A compreensão da topogênese, além da sociogênese, é de extrema importância para nós. A topogênese, enquanto teoria de um desenvolvimento espacial da vida, é um conceito extremamente produtivo apresentado por Jader Janer. Graças a ele, podemos entender melhor a gênese de uma imagem do mundo e de uma mundividência do ser humano. Podemos entender como o ser humano [se] vivencia no mundo, e também como se forma a alienação psicológica neste mundo.

    A vivência de um espaço geográfico se realiza em dependência do espaço social, no qual o ser humano lida com as suas questões de vida. Desse modo, a realidade natural, através da significação, através da vivência, através do sistema de relações significantes com o outro, também se torna uma realidade cultural. Mesmo a Lua, quando ela é denominada, quando tem um nome, quando existem fantasias relacionadas a ela, quando é objeto de esperanças de uma pessoa – ela se torna um objeto cultural.

    A competência profissional de Jader Janer (que concilia a sua formação em geografia com profundos conhecimentos de Filosofia, Pedagogia e Psicologia) permite apontar e realizar pesquisas deveras heurísticas, que, com frequência, se realizam na fronteira entre diversas disciplinas científicas. Pois as fronteiras entre as ciências são, por vezes, relativas, e não refletem a realidade viva da existência humana. Neste sentido, é muito interessante a ideia do processo de vivência enquanto um processo interpessoal (as vivências são relações intrapessoais que, antes disso, já foram interpessoais), mas também como um processo de vivência espacial, na qualidade de um fenômeno interespacial.

    O texto de Jader Janer está embebido de humanismo. O humanismo consiste em colocar o foco da investigação na vivência do ser humano em seu meio natural e (ampliando o escopo) na existência, e não na cooperação formal do ser humano com o seu entorno. Esse vetor de investigação foi apontado por L.S. Vygotsky e é realizado na prática da teoria histórico-cultural e por seus numerosos adeptos. O ser humano se desenvolve e formata em si as novas qualidades somente através da vivência. O ser humano se apresenta enquanto ser humano quando se desenvolve, quando vivencia. O ser humano sem vivências está morto, pode ser um “morto vivo”. As vivências são o testemunho da vida. Por isso, a atualização das vivências significantes durante a сonvivência pedagógica deve ser a linha condutora do suporte ao desenvolvimento pessoal. Vivenciar o local, no qual você se encontra. Ver ele. Ouvir ele. Sentir ele. Tomar consciência dele. Isso tudo significa estar integrado à vida. Estar acordado. É para isso que nos convoca, com toda justiça, Jader Janer. A existência do ser humano se forma e se desenvolve durante o  seu contato com a natureza, com o outro e com si mesmo.

    Desta forma, o memorial apresentado é muito atual e importante, no sentido científico, e possui um valor prático em questões relacionadas ao desenvolvimento de uma visão do mundo integral em crianças, bem como em relação a uma abordagem ecológica à natureza, em uma tarefa de construção da identidade de um ser vivo, e na prevenção das alienações psicológicas.

     

    Candidato de Ciências, professor titular do Departamento de Psicologia Clínica da Universidade Estatal de Pedagogia da  Bielorrússia

    S.N. Jerebtsov

  • TEXTOS SOBRE TEXTOS: REGISTROS DE LEITURA – João Wanderley Geraldi

    R$35,00

    João Wanderley Geraldi !@
    Ano de Publicação 2017
    Páginas 198
    Tamanho 14 x 21
    ISBN 978-85-7993-459-9

  • TRADUÇÃO, TRANSPOSIÇÃO E ADAPTAÇÃO INTERSEMIÓTICAS – Daniella Aguiar & João Queiroz (Orgs.)

    R$25,00

    Daniella Aguiar & João Queiroz (Orgs.) !@
    Ano de Publicação 2016
    Páginas 230
    Tamanho 14 x 21
    ISBN 978-85-7993-371-4

  • TRANÇAS E DANÇAS. LINGUAGEM, CIÊNCIA, PODER E ENSINO – João Wanderley Geraldi

    R$35,00

    João Wanderley Geraldi !@
    tamanho 14 x 21
    ISBN 978-85-7993-273-1
    236 pág.

    APRESENTAÇÃO

    Apresentar João Wanderley Geraldi é chuvisco em dilúvio. O tanto de textos já publicados dele, a quantidade imensa de palestras, conferências, bancas, aulas, falas de todo jeito, conversas, risadas, gargalhadas, abraços, inundam seus amigos, seus leitores, os que com ele participaram de pequenas e grandes revoluções, espalhadas por todo esse imenso país, e pelo exterior também. Revoluções profundas. Largas. Amplas. Nos sujeitos e nos seus que-fazeres. Digam ai se exagero?
    Esse livro já estava organizado há uns dois anos ou mais. Mas o Geraldi sempre relutante… “Todos já conhecem esses textos…”; “há muita coisa repetida nestes textos…”; “esses textos já não interessam a mais ninguém…”. Bem, pra sabermos disso tudo só mandando esses textos andarem mais ainda pelo mundo, pelos olhos, pelas almas, pelos atos responsáveis e atos irresponsáveis. Continuar a revolução. Alargar as mentes, os corações, as relações. Deixar a palavra andar, circular. Palavra livre. Palavra provocante. Palavra vida.
    Mais uma vez temos orgulho de participar dessa andança destas palavras do Geraldi. Que todos se aproveitem de sua força e da clareza possível de seus pronunciados e ditos. Queremos mais.
    Boa leitura. Boa vivência!

    Os editores

  • UM ESTUDO SOBRE A EXPRESSÃO GRAMATICAL DA POLIDEZ EM LIBRAS. – Rosani Kristine Paraíso Garcia; Rozana Reizota Naves

    R$12,50R$25,00

    Rosani Kristine Paraíso Garcia; Rozana Reizota Naves !@
    Um estudo sobre a expressão gramatical da polidez em libras. São Carlos: Pedro & João Editores, 2019. 117p.
    ISBN 978-85-7993-621-0
    1. Libras. 2. Expressão gramatical da polidez. 3. Expressão gramatical em Libras. 4. Autora. I. Título.
    CDD – 370

  • URDIDURAS DO GOLPE: CARTAS. JOGADORES E MARIONETES – João Wanderley Geraldi

    R$30,00R$60,00

    João Wanderley Geraldi !@
    Urdiduras do golpe: cartas. Jogadores e marionetes. São Carlos: Pedro & João Editores, 2018. 463p.
    ISBN 978-85-7993-589-3
    1. Golpe político. 2. Golpe de 2016. 3. PT – Partido dos Trabalhadores. 4. Autor. I. Título.
    CDD – 320 / 410

  • VIII CÍRCULO – Rodas de conversa Bakhtiniana

    https://paginas.uepa.br/viiicirculorodasbakhtinianas/

     

    O GROTESCO DOS NOSSOS TEMPOS

    Bem-vindos bakhtinianos e bakhtinianas de todo Brasil!

    Este site reúne todas as informações que você precisa para participar do VIII Círculo – rodas de conversas bakhtinianas que ocorrerá nos dias 15, 16 e 17 de novembro de 2021.

    Nos colocamos em diálogo com outras vozes – dos movimentos sociais indígenas, quilombolas, lgbtqia+, ribeirinhos, de mulheres, de pessoas com deficiência, de negros e de outras categorias oprimidas; dialogando sobre os ambientes – os cronotopos – dos novos tempos e construir novos horizontes de futuros.

    Em sua oitava edição, o Círculo, por meio do tema “O grotesco dos nossos tempos: vozes, ambiente e horizontes”, enfoca, basicamente, três eixos temáticos, que denominamos de arenas de debates, a saber: (i) “vozes”; (ii) “ambientes” ; e (iii) “horizontes” .

    O evento pretende provocar com o tema do “grotesco”, um tema de múltiplos sentidos, significados e de variadas possibilidades para reflexão sobre os nossos tempos. Não se trata – não é adequado – reduzir, restringir os sentidos e possibilidades, precisamos montar como centro, como referência, a categoria bakhtiniana, mas em conexão com os múltiplos sentidos teóricos já inventados de “grotesco”, particularmente, os sentidos do senso comum, sempre em conexão com a complexidade do mundo real em que vivemos.