Descrição

Esta obra, em seu primeiro volume, nasce do entendimento de que o conhecimento não se constrói no isolamento, mas na travessia. Travessia entre educação, saúde, direitos humanos, linguagem, inclusão e políticas públicas; travessia entre teoria e prática; travessia entre o rigor metodológico e a sensibilidade necessária para compreender sujeitos historicamente silenciados. O adjetivo dialógico que nomeia este caderno não é mero ornamento conceitual: ele expressa um posicionamento epistemológico que reconhece o saber como processo relacional, situado e em permanente construção.

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