Descrição
Não se trata de uma obra que oferece respostas prontas. Trata- se, antes, de um convite. Um convite para repensar a docência de línguas a partir da escuta, da resistência e da esperança. Como lembra Paulo Freire (1996, p. 67), “ensinar exige a convicção de que a mudança é possível”. Essa convicção pulsa nas páginas que seguem. Que sua leitura inspire professores/as, pesquisadores/as e estudantes a seguir construindo, coletivamente, outras formas de ensinar e aprender línguas: formas mais sensíveis à diversidade, mais comprometidas com a justiça social e mais abertas a outras epistemologias. Que cada capítulo desperte inquietações, provoque diálogos e renove, em nós, a esperança freireana na mudança.
Dra. Cristiane Rosa Lopes
Universidade Estadual de Goiás (UEG)
Produtos relacionados
-
Questionário e entrevista na pesquisa qualitativa
elaboração, aplicação e análise de conteúdo – Manual Didático






