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Pedro & João Editores
Home Ciência social Territórios da arte e da memória – Volume 3
Territórios da arte e da memória - Volume 3

Territórios da arte e da memória – Volume 3

Organização: Diana Araujo Pereira, Laura Fortes

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Categorias: Ciência social, Direito, História, Literatura Tags: América Latina, Arte, Diálogo, Memória
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APRESENTAÇÃO

O Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Estudos Latino-Americanos (PPG-IELA) representa uma proposta inovadora de natureza interdisciplinar que, com pesquisas transnacionais, procura viabilizar a produção de saberes críticos, tanto em suas bases – em razão de um diversificado corpo permanente de pesquisadores –, como também no processo de circulação dos conhecimentos produzidos – resultante do movimento natural típico da zona de Tríplice Fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina, na qual se localiza a Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). Cabe sublinhar ainda a presença, de caráter estrutural na UNILA, de discentes e docentes oriundos de vários países da América Latina e do Caribe.

Por sua implantação estratégica na UNILA, o PPG-IELA pressupõe, em seus fundamentos, uma problematização dos limites da noção de “nacional”, em favor do conceito de “comarcas culturais” transnacionais, ou mesmo em benefício da análise de semelhanças e diferenças político-econômicas ou culturais que caracterizam as diferentes regiões latino-americanas. Tais reconhecimentos valorizam a circulação de saberes em territórios definidos por biomas, cuja especificidade constitui o foco central das pesquisas. O PPG-IELA adota uma perspectiva interdisciplinar com múltiplos instrumentos de análise, e opera com categorias de observação de situações de vida de grupos e de comunidades, bem como de temáticas inovadoras, com o objetivo de produzir abordagens críticas para problemas socioculturais que emergem do tempo e espaço fronteiriços e, em maior medida, latino-americanos.

A área de concentração do PPG-IELA centra-se em Cultura e Sociedade da América-Latina e conta com três linhas de pesquisa: Trânsitos culturais; Práticas e saberes e Fronteiras, diásporas e mediações, que visam reunir em diferentes suportes registros materiais referentes à memória coletiva e à história; analisar processos de circulação nos campos social, político e cultural com vistas ao questionamento das categorias e fundamentos que, tradicionalmente, constituíram os campos do saber; compreender práticas sociais que envolvam redes de memória e seus eventuais processos de transformação, fragmentação e descontinuidade.

O diálogo entre as áreas de Letras, Artes, História, Antropologia, Comunicação, Geografia e Filosofia, e disciplinas afins, tem como objetivo principal a atuação sobre os processos de produção e circulação do conhecimento, em sua articulação com as práticas e mobilidades sociais e culturais da América Latina.

Por ter sido o primeiro programa de pós-graduação aprovado pela CAPES na UNILA, o PPG-IELA tem um valor histórico inegável na construção das bases interdisciplinares e de internacionalização do projeto UNILA, assim como um valor social que deve ser ressaltado. Sua proposta busca registrar e compreender práticas sociais e culturais que emergem dos cenários significativos dos seus atores, colaborando com a construção de uma geopolítica do conhecimento diferenciada e acorde com as reais necessidades e demandas do continente.

Em março de 2014, o PPG-IELA iniciou suas atividades com a primeira turma (composta por dez estudantes, sendo cinco discentes do Brasil e cinco internacionais: Argentina, Paraguai e Colômbia) e vem se afirmando em um contexto trinacional, comprometido com o seu entorno regional, porém com o olhar crítico voltado para toda a América Latina e Caribe.

Em total, até 2019 o PPG-IELA formou 41 Mestres brasileiros(as) e 25 Mestres internacionais, com isso contribuindo para o fortalecimento da missão institucional da UNILA, de cooperação solidária e integração latino-americana. Sendo assim, este livro apresenta uma seleção das dez dissertações consideradas mais representativas da abrangência interdisciplinar do Programa, tendo como base a sua qualidade reflexiva e a contribuição para os estudos latino-americanos.

O primeiro capítulo “Território, colonialidades do ver e visualidades dissidentes na América Latina”, de Bruno Elias Gomes de Oliveira, discute a edificação do território a partir de construções hegemônicas que influenciam o ver, o sentir e a existência na América Latina. Assim, enquanto recorte de sua dissertação Variantes sin contenido: territórios, especulação estética e visualidades decoloniais na América Latina, orientada por Diana Araujo Pereira e defendida em 2016, Oliveira rastreia visualidades eurocentradas que subordinam uma (re)produção estética e social da arte latino-americana, uma vez que condicionam o cânone artístico a estruturas coloniais e retratam o território como mercadoria, ocultando experiências histórico-sociais que deveriam ser questionadas. Desse modo, ao analisar três imagens que propõem outros nortes para a representação americana, suscita reflexão sobre esse território em relação a sua comunidade, sob a ótica da emancipação, com vistas à construção da heterogeneidade e de seu compartilhamento.

Na sequência, Marina Aurelia Cantero Benitez por meio do capítulo “De plumas a estampados: una configuración de la imagen maká”, que traz o mesmo título de sua dissertação de mestrado, defendida em 2016, sob a orientação de Barbara Maisonnave Arisi, discute a influência do turismo e da sociedade nacional na produção material e na comercialização de peças representativas da cultura indígena maká, ao passo que problematiza a demanda da “diferença” que recai sobre este grupo. Conforme Cantero Benitez, os indígenas maká pertencem à família linguística Mataco e são originários do Chaco Boreal. Quanto à sua localização, atualmente encontram-se assentados em regiões fronteiriças e deslocam-se a lugares turísticos para comercializar as suas peças.

Trata-se de uma dissertação premiada pelo conjunto das seguintes instituições: Centro de Estudios Antropológicos de la Universidad Católica, Asociación Indigenista del Paraguay e Museo Etnográfico Dr. Andrés Barbero de la Fundación La Piedad, o Prêmio mais importante deste país para pesquisas na área antropológica.

Em “A capa do Artaud (1973) de Luis Alberto Spinetta: o incômodo como transgressão”, Karin Helena Antunes de Moraes apresenta um recorte da sua dissertação Transpondo os puentes amarillos: análise histórica e cultural através de Artaud de Luis Alberto Spinetta, defendida em 2017 e orientada por Paulo Renato da Silva.

Neste capítulo a autora propõe-se em refletir sobre o processo de legitimação que envolveu o disco Artaud, lançado pelo músico argentino Luis Alberto Spinetta, em 1973, cujo projeto gráfico despertou a curiosidade tanto do público quanto da imprensa, tendo em vista o seu formato peculiar. Desse modo, Moraes traz informações sobre a trajetória do artista e a sua relação com Antonin Artaud (escritor francês), procurando analisar o processo de criação e repercussão que culminaram com a materialização estética do álbum, considerado o melhor disco de rock argentino pela revista Rolling Stone em 2007.

O capítulo que sucede, de Celeste Skewes Guerra, “Otras miradas del territorio: La perspectiva infantil frente a la expansión del agronegocio forestal en el noreste argentino”, sob orientação de Antonio de la Peña e co-orientação de Andrea Ciacchi, também traz o cenário argentino ao campo interdisciplinar, ao investigar a relação de conflito socioambiental existente na Província de Misiones entre 2015 e 2017. Assim, sob o olhar infantil, a autora enfatiza a realidade de crianças frente à expansão do agronegócio e procura demonstrar suas variadas experiências e sentimentos, vivenciados nessa paisagem de conflito em que predomina o cultivo de pinheiro. Neste recorte dissertativo, ao evidenciar a perspectiva infantil, analisa como se desenvolvem os contextos de resistência desses sujeitos, de certo modo excluídos das discussões que envolvem a territorialidade e, por outro lado, de como criam alternativas para recuperar a convivência com a natureza.

André de Souza Macedo, cuja dissertação foi orientada por Diana Araujo Pereira, ao escrever o capítulo “Fronteira como metáfora para forças motrizes do fazer artístico e científico”, desloca-se do eixo estruturante nacional para o fronteiriço com vistas a mesclar o saber, as referências, as culturas e os corpos na prática transcultural, imaginária e cotidiana dessa paisagem local e transfronteiriça. Para tanto, objetivando elaborar propostas relacionais com o outro nesse conjunto trinacional, Macedo procura resgatar as percepções e vivências dos sujeitos que circulam pelo espaço de fronteira, propondo uma experiência de atravessamento dos limites do nacional, da ficção e do real, da vida e da arte.

O transpor fronteiras também é abordado por Hugo Quinta no capítulo “As viagens de Pietro Gori pela América do Sul (1899-1901)”, fruto de sua dissertação Anarquismo, teatro e criminologia: os caminhos de Pietro Gori na América do Sul (1898-1902), orientada por Andrea Ciacchi, em 2017. Neste artigo, Quinta apresenta a trajetória de Pietro Gori, anarquista italiano, no seu transcurso por alguns países sul-americanos, como Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai, no interstício de 1989 a 1901. O autor procurou identificar e determinar a influência de Gori em sua trajetória de liderança na organização do movimento anarquista, em paralelo às divergências existentes com o movimento socialista, demonstrando como as suas ideias contribuíram para a formação de estudantes, trabalhadores e círculos literários dos países visitados.

No capítulo subsequente, “Dos proyectos de salvaguarda de fandangos: el movimiento jaranero (México) y el museu vivo do fandango (Brasil)”, Melba Sonderegger traz um recorte da sua dissertação, defendida em 2018, orientada por Giane da Silva Mariano Lessa e coorientada por Andrea Ciacchi. Sonderegger, por meio de uma pesquisa etnográfica comparativa, realiza um estudo sobre o fandango mexicano e o brasileiro, especificamente, o fandango jarocho do México e o fandango caiçara do Brasil. Conforme a autora, o fandango consiste em uma prática festiva comunitária que envolve a música e a dança, tendo sua origem no período colonial. Enquanto movimento cultural, passou por diversas ações sociais e institucionais que objetivaram a sua revitalização e disseminação, tendo em vista a relação com a memória social e a identidade dos sujeitos culturais envolvidos em sua prática e articulação.

“Escrevivências e encruzilhadas epistêmicas: uma pesquisa acadêmica em contexto fronteiriço”, capítulo escrito por Izabela Fernandes de Souza, traz uma abordagem interseccional em que a autora busca compreender o viver local de mulheres negras, seus atravessamentos, lugar de fala e redes afetivas por elas construídas em Foz do Iguaçu. Portanto, a partir de sua dissertação de mestrado Na encruzilhada dos saberes: fronteiras, escrevivências e (re) existências de mulheres negras na cidade de Foz do Iguaçu (2019), orientada por Diana Araujo Pereira e coorientada por Angela Maria de Souza, a egressa apresenta uma discussão teórico-reflexiva no que tange o campo do escreviver (EVARISTO, 2005) e a sua relação com epistemes colonialistas e racistas, tidas como hegemônicas. Desse modo, a autora almeja, a partir da potencialidade da escrevivência, sugerir o enegrecimento do conhecimento disseminado e compartilhado na metodologia acadêmica.

María Camila Gonzáles Caro, no capítulo “Diálogos pedagógicos: memorias sobre una apuesta pedagógica y narrativa para construir paz”, conduz o(a) leitor(a) à Colômbia ao apresentar uma experiência pedagógica desenvolvida entre mulheres líderes e vítimas do conflito armado colombiano. Desse modo, mediante um recorte de sua dissertação Reconstrucción narrativa de la experiencia educativa “diálogos pedagógicos”: mujeres tejen memoria desde las voces de la experiencia, orientada por Andrea Ciacchi e defendida em 2019, a autora sugere levar ao interior do espaço escolar questões e reflexões sobre violência, impunidade, dor, conflito armado e conflito social, articuladas à paz, resistência e esperança. Por conseguinte, González Caro aposta na retomada crítica dos sujeitos por meio de práticas pedagógicas sociais envoltas na memória e na reflexão do vivido e do porvir.

Em uma abordagem artístico-geográfica mais ampliada, Maíra Costa Gamarra, por meio do capítulo intitulado “Fotografia em rede na América Latina”, trata da fotografia e das atuações colaborativas que objetivaram potencializar e possibilitar ações culturais estratégicas de disseminação, reforço e ampliação da cooperação e da integração regional entre os países do continente.

A autora procurou resgatar o conceito de fotografia latinoamericana enquanto posicionamento político imprescindível ao combate das mazelas que marcaram a região, como fruto da colonização. Para tanto, Gamarra menciona, dentre as iniciativas presentes em sua dissertação Enlaces da fotografia latino-americana: estratégias, aproximações e ações em rede, orientada por Andrea Ciacchi, coorientada por Ignacio Del Valle Dávila e defendida em 2019, o Fórum Latino-Americano de Fotografia de São Paulo e o aponta como um evento crucial na composição da Rede da Fotografia Latino-Americana.

Em 2020, a UNILA celebra seus dez anos de fundação realizando um balanço de suas conquistas e desafios. Neste contexto, o PPG-IELA soma-se aos processos de auto-avaliação coletivos, com o objetivo de qualificar a produção do programa, bem como seus valores e prioridades. Portanto, esta coletânea é fruto dos primeiros cinco anos de atuação do PPG-IELA, e vem fechar um ciclo de amadurecimento que levou o Programa a criar a sua terceira linha de atuação, além de fortalecer seus princípios basilares: a interdisciplinaridade e a perspectiva crítica, latinoamericanista e intercultural.

Assim, em decorrência da pandemia, com a impossibilidade de viagens externas e de intercâmbios pessoais, o PPG-IELA decidiu investir em uma viagem interna, à sua própria história de configuração e crescimento. Convidamos nossos(as) leitores(as) a atravessarem conosco um mapa latino-americano construído pelas diversas e distintas peças que o compõem. E, por que não, convidálos(as) a continuar, a escrever essa história aberta, inconclusa, criativa e móvel.

Este pueblo no se ahoga con marullosY si se derrumba yo lo reconstruyo(Calle 13, Latinoamérica, 2010)

Diana Araujo Pereira,Lívia Santos de Souza,Laura Fortes e Simone Beatriz Cordeiro Ribeiro

Ano de lançamento

2020

Formato

E-book

ISBN

978-65-5869-87-0

ISBN [e-book]

978-65-5869-88-7

Número de páginas

205

Organização

Diana Araujo Pereira, Laura Fortes

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